segunda-feira

O que nos torna humanos?


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A ideia de posse

domingo

Diversos aspectos da vida dos homens ao longo do processo de hominização.


Diversos aspectos  da vida dos homens ao longo do processo de hominização. 

Do Habilis ao Sapiens Sapiens há toda uma evolução, todo um conjunto de transformações físicas e intelectuais que vão desde a recolha dos maxilares, o aumento do volume do cérebro, a diminuição das supraciliares e as alterações nos modos de vida em cada uma das fases da evolução que as novas aquisições físicas e mentais proporcionavam. 


A Arte do Paleolítico Superior

Descobrir a Arte do Paleolítico Superior

Está falado em brasileiro mas pode ser uma boa introdução ao estudo dos gregos antigos.

segunda-feira

Uma Civilização Avançada




Os egípcios possuíam apreciáveis conhecimentos de astronomia e de matemática. O seu desenvolvimento resultou, em grande parte, das necessidades de prever a época das cheias do Nilo, traçar os planos de construção dos templos e túmulos, calcular os rendimentos dos campos e os respectivos impostos.

A matemática, em particular, foi largamente desenvolvida. Os egíp­cios sabiam realizar operações de soma e de subtracção, extrair a raiz quadrada, calcular a área do círculo, do trapézio e o volume da esfera. Usavam apenas sete sinais para os números. Não tinham o zero nem a multiplicação ou a divisão. Para multiplicar, escreviam o número tantas vezes quantas precisavam e, depois, somavam.

No domínio da astronomia, dividiram o ano em 365 dias, e estes por três estações - a da cheia, a da sementeira e a da colheita. Por outro lado, sabiam prever eclipses da lua e do sol.

Calendário egípcio
Os deuses, coroados com discos vermelhos simbolizam dias ou meses específicos enquanto os discos maiores, simbolizam dias festivos ,divididos em horas, dos doze meses do ano. Cada mês dividia-se em 30 dias e, no final do ano, eram acrescentados cinco dias para fazer a concordância com o ritmo das estações.

A medicina atingiu, também, um significativo nível de desenvolvi­mento. Devido à prática da mumificação de cadáveres, os egípcios tinham grandes conhecimentos da anatomia do corpo humano e sabiam fazer operações cirúrgicas.
Sekhmet (aquela que tem o poder), a deusa com corpo de mulher e cabeça de leoa era a protectora da saúde e da cura , talvez a primeira patrona dos médicos modernos.

Sekhmet

domingo

Viagem ao Antigo Egipto

Tutankamon




Provavelmente, seria este o verdadeiro rosto de Tutankamon feito com as mais avançadas técnicas de computação a partir da análise da sua múmia.

Cabeça mumificada de Tutankamon

Religião Egípcia


Os Egípcios, tal como os outros povos da Antiguidade, eram extremamente religiosos. Adoravam muitos deuses, isto é, eram politeístas. Cada região tinha os seus deuses, mas alguns eram adorados em todo o Egipto, como Osíris e Ísis (deuses ligados à fer­tilidade e fecundidade da terra e ao culto dos mortos), o deus-falcão Hórus (protector dos faraós, particularmente adorado durante o Império Antigo) e Ámon-Rá (o deus-Sol).
Relacionado com o culto dos deuses, estava o culto dos mortos. Como acreditavam na vida de além-túmulo, os egípcios criaram complicadas técnicas de embalsamamento dos cadáveres pois também acreditavam na reencarnação das almas. Por essa razão os corpos precisavam de estar intactos (mumificados) e para a alma reconhecer o corpo que habitara, desenhavam o mais fiel possível na tampa do sarcófago o rosto do morto que lá estava depositado.
No século XIV a.c., no reinado de Amenófis IV (c. 1377/1359 a.c.), o politeísmo egípcio foi temporariamente abolido e imposto o culto a um único deus - Áton, que simbolizava o Sol. Contudo, logo após a morte do faraó, regressou-se ao culto dos deuses tradicionais e ao politeísmo.

A Esfinge



A grande esfinge do Egipto guarda o descanso dos grandes faraós. Foi construída por volta 2800 a.c., embora haja quem defenda que é mais antiga e tem cerca de 70m de comprimento por 20m de largura. É a maior figura do mundo esculpida em pedra.
Nos séculos XVIII e XIX apenas era visível a cabeça, tendo sido os engenheiros franceses da expedição de Napoleão que a libertaram da areia. No original era pintada com tinta vermelha tal como as pirâmides eram revestidas em branco. O seu rosto, de 4m de largura, parece representar o faraó Kefren.
Em 2006
Em 1924

Religião










Os egípcios acreditavam na imortalidade da alma, na sua reencarnação e que depois da morte existia uma outra vida. Após a morte, a alma ia ao tribunal de Ósiris, onde era julgada.
Como acreditavam na reencarnação era necessário que o corpo estivesse conservado para quando a alma regressasse ao corpo que havia habitado. Para isso realizavam o processo de mumificação (embalsamamento do corpo) e pintavam no sarcófago a cara do defunto para que a alma o reconhecesse.

Pintura e Relevo no Antigo Egipto




Pintura
O relevo e a pintura estavam ao serviço da glorificação do faraó e da reli­gião. A maior parte dos relevos esculpidos destinava-se a decorar túmulos e templos. Nas paredes das câmaras funerárias dos túmulos, várias pinturas reprodu­ziam cenas religiosas e da vida quotidiana.
No relevo e na pintura egípcias, a representação da figu­ra humana obedecia a certas regras :
- cabeça e pés de perfil, tronco de frente (lei da frontali­dade)
- cenas representadas em bandas, umas sobre as outras (ausência de perspectiva)
- dimensão das figuras de acordo com a sua categoria social (lei da proporcionalidade)

Relevo


Pintura (em tiras ou bandas)

Procura encontrar nas gravuras, algumas características da pintura e do relevo acima descritas

Salvé, ó Nilo...


O Nilo é um dos rios mais extensos do mundo, percorrendo 6.696km através do nordeste africano . Nasce perto da linha do Equador e corre para o norte, em direcção ao Mar Mediterrâneo. Recebendo as águas das chuvas que caem nas suas nascentes, localizadas na África Equatorial e na Etiópia, o rio Nilo provocava anualmente no Egipto uma inundação, entre Julho e Novembro, depositando sedimentos que tornavam as margens de terra extremamente férteis, muito propícias para os cultivos agrícolas. Embora hoje essas cheias já não aconteçam devido à construção da barragem de Aswan, construída na década de 60, os camponeses do Egipto ainda hoje cultivam o solo aproveitando as águas do rio, que se mantém vital para a economia agrícola do país. Viajando pelo Nilo abaixo ainda podemos ver as plantações nos mesmos moldes que os antigos utilizavam.
Das águas do Nilo também prosperam até hoje o cultivo de papiros e a olaria ( fabrico de tijolos e potes de barro) que ainda são confeccionados no antigo estilo egípcio , feitos à mão.


sábado

Ramses II e Nefertari

Templos de Ramses II e de Nefertari em Abu Simbel

Os templos de Ramsés II e da sua esposa, Nefertari, não estiveram sempre onde estão hoje.Nos anos 60 do século passado, com a construção da Barragem de Assuão, no Nilo, estes monumentos ficariam para sempre submersos. O governo egípcio com a ajuda da comunidade internacional, retirou-os pedra por pedra do local onde foram mandados construir por Ramsés II e montou-os um pouco mais acima, onde agora os podes visitar como turista .
Na gravura em baixo podes ver como eram antes da barragem, numa reprodução da sua localização original feita por David Roberts em 1838-1839 .

Tópicos de Estudo


Transforma o esquema em texto explicando a origem e a grandeza do Antigo Egipto.