quinta-feira
Conceitos

Domínio senhorial - Propriedade fundiária pertencente a um senhor nobre ou eclesiástico, também chamada de senhorio; constituía a principal fonte do seu poder e dos seus rendimentos. Dividia-se em duas áreas; a reserva e os mansos (ou casais, em Portugal).
Reserva - Parte do domínio senhorial directamente explorada pelo senhor; constituíam-na as terras mais férteis. Nele estavam instalados: a igreja, o celeiro, o lagar, o moinho, o forno e o solar do senhor.
Mansos - Parcelas em que estava dividido o senhorio; eram cultivados por camponeses em troca do pagamento de tributos e da prestação de serviços ao senhor.
Servo - Camponês não livre que trabalhava a terra do seu senhor.
Feudo - Bem concedido em troca de serviços. A partir do século XI, passou a designar uma propriedade fundiária concedida, a título hereditário, pelo Rei ou um grande senhor, a um vassalo.
Vassalo - Nobre que se colocava na dependência do soberano ou de um senhor mais poderoso (suserano) em troca de protecção e da concessão de um beneficio.
Reserva - Parte do domínio senhorial directamente explorada pelo senhor; constituíam-na as terras mais férteis. Nele estavam instalados: a igreja, o celeiro, o lagar, o moinho, o forno e o solar do senhor.
Mansos - Parcelas em que estava dividido o senhorio; eram cultivados por camponeses em troca do pagamento de tributos e da prestação de serviços ao senhor.
Servo - Camponês não livre que trabalhava a terra do seu senhor.
Feudo - Bem concedido em troca de serviços. A partir do século XI, passou a designar uma propriedade fundiária concedida, a título hereditário, pelo Rei ou um grande senhor, a um vassalo.
Vassalo - Nobre que se colocava na dependência do soberano ou de um senhor mais poderoso (suserano) em troca de protecção e da concessão de um beneficio.
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quinta-feira, maio 03, 2012
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Suseranos e Vassalos
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A Europa nos Séculos IX a XII
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quarta-feira
A vida dos camponeses
O vilão trabalha muito e sofre, semeia o centeio, grada a aveia, ceifa o prado, tosquia a lã, faz as cercas, levanta paliçadas, cumpre as corveias, sofre as pilhagens senhoriais e paga muitos impostos. (...) Se tem um bom pato ou uma galinha gorda, ou bolo, ou farinha branca, destina-a aos seus senhores. E se tem vinho da sua vinha, o seu senhor (...) fica com ele (...), nunca prova um bom bocado de ave nem de caça.
Livro dos Costumes, séc. XII
O camponês vive como um porco. Não gosta de uma vida graciosa e a riqueza sobe-lhe à cabeça quando se eleva a uma posição de prosperidade.
Portanto, o melhor é manter-lhe a manjedoura vazia, consumir os seus bens e fazê-lo sofrer o vento e a chuva.
Bertran de Bom (trovador do séc. XII)
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quarta-feira, maio 02, 2012
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Relações Feudo-Vassálicas
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Sociedade Ruralizada e Tripartida
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Fim do Mundo Romano
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quarta-feira, maio 02, 2012
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terça-feira
Alta Idade Média
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terça-feira, maio 01, 2012
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sábado
O Exército Romano




O exército romano, nos dias áureos do Império, era uma máquina de guerra devastadora e tremendamente bem sucedida. A unidade principal era a legião, com cerca de 6000 homens, quase todos tropa de infantaria. Podia incluir 100 a 200 homens a cavalo, utilizados como batedores, porta-estandartes e enviados em perseguição de inimigos em fuga. O legionário tinha de ser cidadão romano, e os recrutas tinham de submeter-se a um rigoroso programa de selecção antes de serem aceites nas fileiras. Deviam medir pelo menos 1,70 m e ser aprovados num exame médico para garantir que se encontravam em boa condição física e tinham boa visão. Depois, alistavam-se por 20 anos.
O equipamento foi evoluindo ao longo dos anos, mas no século I d. C, um legionário usava um elmo de ferro, uma armadura peitoral ou aduelas de ferro, um escudo de madeira, dois grandes dardos, um punhal, uma espada curta, o chamado gládio, e sandálias robustas de couro.
Para além da armadura e das armas, os soldados levavam ainda um cesto, uma picareta, um machado, uma serra, uma panela, duas estacas para a paliçada de defesa do acampamento e cereal suficiente para uns 15 dias, num total de 40 kg.
Também, nos cercos, os Romanos eram impressionantes. Para derrubarem as portas das cidades, unidades de 27 legionários agrupavam-se em testudo, ou formações "em tartaruga", juntando-se uns aos outros com os escudos sobre as cabeças, o que constituía uma "carapaça" que os protegia dos projécteis inimigos. Também na guerra de cerco usavam torres móveis, rampas, escadas e catapultas gigantes, as ballistae, para lançar sobre o inimigo pedras e setas em chamas.
As vitórias eram celebradas com toda a pompa. Em Roma, era costume realizarem-se "triunfos", ou seja, celebrações públicas para dar as boas-vindas aos comandantes e tropas vitoriosas, com brilhantes cortejos de carros alegóricos, porta-estandartes, trombetas, exibição de prisioneiros e execuções rituais dos chefes inimigos num local perto do fórum. Os insucessos eram mal vistos: uma unidade considerada desobediente ou cobarde em batalha era sujeita à "dizimação" - escolhia-se à sorte um soldado em cada 10, que era selvaticamente morto à paulada pelos seus anteriores camaradas.
O equipamento foi evoluindo ao longo dos anos, mas no século I d. C, um legionário usava um elmo de ferro, uma armadura peitoral ou aduelas de ferro, um escudo de madeira, dois grandes dardos, um punhal, uma espada curta, o chamado gládio, e sandálias robustas de couro.
Para além da armadura e das armas, os soldados levavam ainda um cesto, uma picareta, um machado, uma serra, uma panela, duas estacas para a paliçada de defesa do acampamento e cereal suficiente para uns 15 dias, num total de 40 kg.
Também, nos cercos, os Romanos eram impressionantes. Para derrubarem as portas das cidades, unidades de 27 legionários agrupavam-se em testudo, ou formações "em tartaruga", juntando-se uns aos outros com os escudos sobre as cabeças, o que constituía uma "carapaça" que os protegia dos projécteis inimigos. Também na guerra de cerco usavam torres móveis, rampas, escadas e catapultas gigantes, as ballistae, para lançar sobre o inimigo pedras e setas em chamas.
As vitórias eram celebradas com toda a pompa. Em Roma, era costume realizarem-se "triunfos", ou seja, celebrações públicas para dar as boas-vindas aos comandantes e tropas vitoriosas, com brilhantes cortejos de carros alegóricos, porta-estandartes, trombetas, exibição de prisioneiros e execuções rituais dos chefes inimigos num local perto do fórum. Os insucessos eram mal vistos: uma unidade considerada desobediente ou cobarde em batalha era sujeita à "dizimação" - escolhia-se à sorte um soldado em cada 10, que era selvaticamente morto à paulada pelos seus anteriores camaradas.
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Roma
sexta-feira
Panis et circensis
Panis et circensis , que significa "Pão e Circo", era (é) uma expressão usada pelos adversários da política do Imperador a quem acusavam de distrair os cidadãos com diversões, da miséria e das más condições de vida em que viviam . Os jogos, durante os quais era distribuído pão, eram assim usados para desviar e calar o espírito crítico das pessoas e a capacidade de oposição às suas políticas.
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sexta-feira, março 02, 2012
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Roma
Os Patrícios

Os patrícios, cidadãos de Roma, constituíam a aristocracia romana, a elite. Desempenhavam altas funções públicas no exército, na religião, na justiça ou na administração. Eram grandes proprietários de terra e credores dos plebeus, os quais, por isso, viviam sob a constante ameaça de se tornarem escravos. Os patrícios, descendentes das famílias mais antigas da cidade, eram donos das maiores e melhores terras e os únicos a possuir direitos políticos.
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sexta-feira, março 02, 2012
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Roma
A Civilização Romana
Para melhor dominar e organizar o seu vasto império, os Romanos implantaram nos territórios conquistados os seus costumes, modos de vida e cultura.Como se deu a integração dos povos vencidos no Império? Que papel teve o latim e o direito romano nesse processo?
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sexta-feira, março 02, 2012
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Economia Romana
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sexta-feira, março 02, 2012
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Sintese Esquemática
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sexta-feira, março 02, 2012
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Construindo um Império (Série)
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quinta-feira, março 01, 2012
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O Império Romano
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quinta-feira, março 01, 2012
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Roma
domingo
sábado
Os órgãos de poder e as limitações do regime democrático

Na cidade-estado de Atenas, os órgãos de poder eram os seguintes :
Assembleia do Povo ou Eclésia, constituída por todos os cidadãos, que aprovava as leis, decidia da paz ou da guerra, elegia as magistraturas mais importantes e votava o ostracismo;
Bulé, conselho permanente de 500 cidadãos, sorteados entre as tribos (50 por tribo), que elaborava as leis a aprovar pela Eclésia;
Helieu, tribunal composto por 6000 cidadãos, que julgava os casos de não cumprimento das leis da cidade.
Para além destes órgãos de poder, distinguiam-se como dirigentes políticos os arcontes e os estrategos.
Assim, o regime democrático trouxe importantes inovações:
preenchimento dos cargos políticos através de eleições ou por sorteio
duração limitada desses cargos
participação dos cidadãos na vida política.
A democracia ateniense tinha, contudo, as suas limitações. Na verdade, só os cidadãos atenienses, cerca de 10% da população, participavam na vida política (as mulheres e os filhos dos cidadãos, os metecos e os escravos estavam dela excluídos). A existência de escravos, o imperialismo de Atenas em relação às outras cidades da Liga de Delos e a Lei do Ostracismo são também consideradas como “imperfeições” da democracia ateniense. No entanto, apesar das suas imperfeições, o regime político de Atenas foi seguido em muitas cidades gregas e serviu de modelo às democracias modernas.

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sábado, fevereiro 04, 2012
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Atenas,
Democracia,
Grécia,
Grécia Antiga
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sábado, dezembro 17, 2011
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terça-feira
Sociedade Egípcia

A sociedade do antigo Egipto era uma sociedade estratificada e profundamente desigual : de um lado uma minoria de ricos e poderosos (os estratos superiores) e, do outro, a grande maioria da população pobre e sujeita às mais duras condições de vida ( os estratos inferiores)
* o papiro foi o antepassado do papel e os seus rolos eram usados para a escrita durante a antiguidade sobretudo no egipto.
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terça-feira, novembro 22, 2011
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Sociedade do Antigo Egipto
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terça-feira, novembro 22, 2011
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sexta-feira
Nada do que sabemos é definitivo
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sexta-feira, novembro 18, 2011
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Arte Egípcia,
Egipto,
Gizé
terça-feira
Descobrir o Antigo Egipto
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terça-feira, novembro 15, 2011
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Civilização Egípcia,
Egipto
segunda-feira
Tutankamon
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segunda-feira, novembro 14, 2011
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Egipto,
Tutankamon
domingo
A Invenção da Escrita
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domingo, outubro 16, 2011
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Antiga Suméria
quinta-feira

A partir de inícios do 4º milénio, vários progressos técnicos e inovações vieram melhorar a vida das sociedades agrícolas:
. a descoberta da metalurgia (do cobre e do bronze) - permitiu aumentar a produção;
. a invenção da escrita (de início constituída por sinais-desenhos e depois por símbolos a designar palavras e ideias) permitiu fazer registos da vida das comunidades, como compras e vendas, empréstimos e impostos;
. a invenção do cálculo - serviu para determinar a área dos campos e traçar plantas de templos e palácios;
. a descoberta da metalurgia (do cobre e do bronze) - permitiu aumentar a produção;
. a invenção da escrita (de início constituída por sinais-desenhos e depois por símbolos a designar palavras e ideias) permitiu fazer registos da vida das comunidades, como compras e vendas, empréstimos e impostos;
. a invenção do cálculo - serviu para determinar a área dos campos e traçar plantas de templos e palácios;
. a criação de sistemas de pesos e medidas (baseados de início em cereais e depois em peças metálicas) serviram de apoio às trocas comerciais.
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quinta-feira, outubro 13, 2011
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Antiga Suméria,
Revolução Neolítica
domingo

A maior ou menor riqueza das aldeias dependeu sempre da fertilidade do solo, da secagem dos pântanos ou dos depósitos deixados na terra por ocasião das enchentes. A necessidade de as populações repararem os danos das cheias e de criarem redes de represas, canais e obras de irrigação levou-as a unirem-se e a organizarem-se.
Ora, a antiga aldeia não tinha possibilidade de responder a essas exigências. Só a cidade pôde mobilizar-se e centralizar a força de trabalho capaz de levar a cabo a defesa e organização dos grupos populacionais. A cidade, criada a partir do desenvolvimento da cidadela (recinto fortificado) da aldeia, passou a contar com um novo corpo de habitantes: funcionários administrativos, artesãos e mercadores. A cidade distingue se definitivamente da aldeia quando cria a escrita, o cálculo e o sistema de pesos e medidas. "
Lewis Munford. "A Cidade na História" (adaptado)
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domingo, outubro 09, 2011
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Aldeamento,
Neolítico,
Revolução Urbana
quarta-feira
O Processo de Hominização
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quarta-feira, setembro 07, 2011
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Evolução do Homem,
Hominização
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sexta-feira, maio 27, 2011
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Idade Média,
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Idade Média
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segunda-feira, maio 09, 2011
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Feudalismo,
Idade Média,
Sociedade Feudal
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segunda-feira, maio 09, 2011
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Idade Média,
Sociedade Feudal
quarta-feira
Arte em Roma
O Mosaico é uma criação artística original dos romanos e é um tipo de arte que os romanos utilizavam para revestir paredes, coberturas de habitações e pavimentos.
São compostos por cubos de 1 a 3 cm de pedras coloridas como pórfiro, mármore, granito, quartzo e outros tipo de pedras coloridas que eram fixadas por uma camada de argamassa de cal ou de cimento.
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quarta-feira, março 23, 2011
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Arte Romana,
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Deuses Romanos
Os romanos tinham os seus próprios deuses :
os Manes,que eram as almas dos entes queridos falecidos e a sua veneração está relacionada com o culto aos antepassados
os Lares, que eram os deuses do lar, da casa e da família.
Os penates, que eram os deuses responsáveis pelo bem-estar e a prosperidade das famílias.
Vesta, que era a deusa que personificava o fogo sagrado, protectora da casa e da cidade.
Os chefes de família eram os sacerdotes dos penates de sua própria casa e a eles eram oferecidas suas partes nas refeições diárias e quando uma família viajava transportava consigo os seus penates.
Mais tarde, com as conquistas e com o alargamento dos seus territórios, os romanos adoptaram outros deuses, sobretudo os deuses gregos, a quem mudaram apenas os nomes. Assim , Zeus passou a chamar-se Júpiter, Poseidon tornou-se Neptuno, deus dos mares, Afrodite tornou-se Vénus, Artémis tornou-se Diana...
Apolo manteve o nome de origem e continuou a ser o deus da luz por excelência, da arte, da música e da poesia....
No Séc I o cristianismo difundiu-se por todo o império e, no séc IV com os imperadores Constantino e Teodósio, tornou-se na religião oficial de Roma.
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quarta-feira, março 23, 2011
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Roma
terça-feira
Roma Antiga (Reconstituição)
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terça-feira, março 15, 2011
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Roma
Esquema Conceptual
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Roma
Júlio César

Nascido no seio de uma família de patrícios romanos, no ano 100 a. c., assumiu o poder - juntamente com Crasso e Pompeu no ano 60 a. C.
Eleito cônsul, em 59 a. c., dedicou-se à organização do exército romano na Gália Cisalpina (Norte da Itália). Após lutas ardorosas com os gauleses, conquistou a Gália Transalpina (França) e passou o rio Reno para intimidar os Germanos.
Afamado pelas suas vitórias militares, regressou a Roma e assumiu o poder (45 a. c.), pondo termo ao governo ineficaz do Senado. Reformulou o calendário, tendo introduzido o mês de julho, inspirado no seu nome.
No ano seguinte,em 44 A.C., nos idos de Março (dia 15) morreu apunhalado por um grupo de 60 conjurados republicanos, receosos da queda do regime e da instauração de um governo absoluto. Entre eles contavam-se os seus antigos protegidos Brutus e Cassius. César caíu aos pés de uma estátua de Pompeu e as suas últimas palavras são descritas em várias versões:
Kai su, teknon? (Grego, tu também, meu filho?)
Tu quoque, Brute, filii mei! (Latim, Tu também, Bruto, meu filho!)
Et tu, Brute? (Latim, Tu também, Bruto?, versão imortalizada na peça de Shakespeare, "Julius Caesar"
Eleito cônsul, em 59 a. c., dedicou-se à organização do exército romano na Gália Cisalpina (Norte da Itália). Após lutas ardorosas com os gauleses, conquistou a Gália Transalpina (França) e passou o rio Reno para intimidar os Germanos.
Afamado pelas suas vitórias militares, regressou a Roma e assumiu o poder (45 a. c.), pondo termo ao governo ineficaz do Senado. Reformulou o calendário, tendo introduzido o mês de julho, inspirado no seu nome.
No ano seguinte,em 44 A.C., nos idos de Março (dia 15) morreu apunhalado por um grupo de 60 conjurados republicanos, receosos da queda do regime e da instauração de um governo absoluto. Entre eles contavam-se os seus antigos protegidos Brutus e Cassius. César caíu aos pés de uma estátua de Pompeu e as suas últimas palavras são descritas em várias versões:
Kai su, teknon? (Grego, tu também, meu filho?)
Tu quoque, Brute, filii mei! (Latim, Tu também, Bruto, meu filho!)
Et tu, Brute? (Latim, Tu também, Bruto?, versão imortalizada na peça de Shakespeare, "Julius Caesar"
Segundo Suetónio, em "A Vida dos Doze Césares", César, ao ser golpeado, não pronunciou frase alguma.De qualquer forma a frase ficou como espelho da traição dos amigos.
A lenda reporta um aviso feito por Calpurnia Pisonis, a mulher de César, depois de ter sonhado com um presságio terrível, mas César ignorou-a dizendo "Só se deve temer o próprio medo."
A lenda reporta um aviso feito por Calpurnia Pisonis, a mulher de César, depois de ter sonhado com um presságio terrível, mas César ignorou-a dizendo "Só se deve temer o próprio medo."
Depois da morte de César, rebentou uma luta pelo poder entre o seu sobrinho-neto Octávio , adoptado no testamento, e Marco António, que haveria de resultar na queda da República e na fundação doImpério Romano no ano de 27 A.C.
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