segunda-feira

A Origem do Homem

Australopithecus


Os Australopitecos foram a primeira espécie de hominídeos que surgiram no longo caminho da evolução humana que designamos por Hominização.
Viveram na África Austral e já se distinguiam perfeitamente dos símios pela sua posição bípede. Tinham-se tornado, portanto, erectos e bípedes. Possuíam um crânio pequeno (cerca de 375 c3) e utilizavam paus, pedras e ossos para afugentar / caçar animais de pequeno porte. Como deixaram de usar as mãos para auxiliar a marcha foram, progressivamente, libertando o polegar e podiam então utilizar as mãos noutras tarefas, como a recolha de alimentos ou o manuseamento dos objectos. A bipedia (verticalidade) , e a libertação do polegar foram os passos decisivos, a porta e a chave, para a a nossa evolução.

Conceitos

Pré-História
Paleolítico
Hominização
Bipedia
Verticalidade
Australopitecus
Homo Habilis
Homo Erectus
Homo Sapiens
Homo Sapiens Sapiens
Semi-nómadas
Caçadores-recolectores
Sociedade Recolectora
Pedra lascada
Biface
Arte Rupestre
Arte Móvel

O que nos torna únicos?

A semelhança do genoma de espécies diferentes chama a atenção especialmente no caso do homem e do chimpanzé. Apesar de todas as diferenças morfológicas, físicas e psicológicas que há entre entre nós e um chimpanzé, compartilhamos pelo menos 98,7 por cento do seu património genético. Menos de 2% nos separam deles. O que faz de nós, então, o que somos? O que  nos torna diferentes, únicos, no conjunto das espécies que habitam o planeta? O que faz de nós humanos? 

O que nos torna humanos?


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Bipedia

Oponência do polegar

Capacidade de invenção

Arte

Humor

Motivação

Religião

A ideia de posse

domingo

Diversos aspectos da vida dos homens ao longo do processo de hominização.


Diversos aspectos  da vida dos homens ao longo do processo de hominização. 

Do Habilis ao Sapiens Sapiens há toda uma evolução, todo um conjunto de transformações físicas e intelectuais que vão desde a recolha dos maxilares, o aumento do volume do cérebro, a diminuição das supraciliares e as alterações nos modos de vida em cada uma das fases da evolução que as novas aquisições físicas e mentais proporcionavam. 


A Arte do Paleolítico Superior

Descobrir a Arte do Paleolítico Superior

Está falado em brasileiro mas pode ser uma boa introdução ao estudo dos gregos antigos.

segunda-feira

Uma Civilização Avançada




Os egípcios possuíam apreciáveis conhecimentos de astronomia e de matemática. O seu desenvolvimento resultou, em grande parte, das necessidades de prever a época das cheias do Nilo, traçar os planos de construção dos templos e túmulos, calcular os rendimentos dos campos e os respectivos impostos.

A matemática, em particular, foi largamente desenvolvida. Os egíp­cios sabiam realizar operações de soma e de subtracção, extrair a raiz quadrada, calcular a área do círculo, do trapézio e o volume da esfera. Usavam apenas sete sinais para os números. Não tinham o zero nem a multiplicação ou a divisão. Para multiplicar, escreviam o número tantas vezes quantas precisavam e, depois, somavam.

No domínio da astronomia, dividiram o ano em 365 dias, e estes por três estações - a da cheia, a da sementeira e a da colheita. Por outro lado, sabiam prever eclipses da lua e do sol.

Calendário egípcio
Os deuses, coroados com discos vermelhos simbolizam dias ou meses específicos enquanto os discos maiores, simbolizam dias festivos ,divididos em horas, dos doze meses do ano. Cada mês dividia-se em 30 dias e, no final do ano, eram acrescentados cinco dias para fazer a concordância com o ritmo das estações.

A medicina atingiu, também, um significativo nível de desenvolvi­mento. Devido à prática da mumificação de cadáveres, os egípcios tinham grandes conhecimentos da anatomia do corpo humano e sabiam fazer operações cirúrgicas.
Sekhmet (aquela que tem o poder), a deusa com corpo de mulher e cabeça de leoa era a protectora da saúde e da cura , talvez a primeira patrona dos médicos modernos.

Sekhmet

domingo

Viagem ao Antigo Egipto

Tutankamon




Provavelmente, seria este o verdadeiro rosto de Tutankamon feito com as mais avançadas técnicas de computação a partir da análise da sua múmia.

Cabeça mumificada de Tutankamon

Religião Egípcia


Os Egípcios, tal como os outros povos da Antiguidade, eram extremamente religiosos. Adoravam muitos deuses, isto é, eram politeístas. Cada região tinha os seus deuses, mas alguns eram adorados em todo o Egipto, como Osíris e Ísis (deuses ligados à fer­tilidade e fecundidade da terra e ao culto dos mortos), o deus-falcão Hórus (protector dos faraós, particularmente adorado durante o Império Antigo) e Ámon-Rá (o deus-Sol).
Relacionado com o culto dos deuses, estava o culto dos mortos. Como acreditavam na vida de além-túmulo, os egípcios criaram complicadas técnicas de embalsamamento dos cadáveres pois também acreditavam na reencarnação das almas. Por essa razão os corpos precisavam de estar intactos (mumificados) e para a alma reconhecer o corpo que habitara, desenhavam o mais fiel possível na tampa do sarcófago o rosto do morto que lá estava depositado.
No século XIV a.c., no reinado de Amenófis IV (c. 1377/1359 a.c.), o politeísmo egípcio foi temporariamente abolido e imposto o culto a um único deus - Áton, que simbolizava o Sol. Contudo, logo após a morte do faraó, regressou-se ao culto dos deuses tradicionais e ao politeísmo.

A Esfinge



A grande esfinge do Egipto guarda o descanso dos grandes faraós. Foi construída por volta 2800 a.c., embora haja quem defenda que é mais antiga e tem cerca de 70m de comprimento por 20m de largura. É a maior figura do mundo esculpida em pedra.
Nos séculos XVIII e XIX apenas era visível a cabeça, tendo sido os engenheiros franceses da expedição de Napoleão que a libertaram da areia. No original era pintada com tinta vermelha tal como as pirâmides eram revestidas em branco. O seu rosto, de 4m de largura, parece representar o faraó Kefren.
Em 2006
Em 1924

Religião










Os egípcios acreditavam na imortalidade da alma, na sua reencarnação e que depois da morte existia uma outra vida. Após a morte, a alma ia ao tribunal de Ósiris, onde era julgada.
Como acreditavam na reencarnação era necessário que o corpo estivesse conservado para quando a alma regressasse ao corpo que havia habitado. Para isso realizavam o processo de mumificação (embalsamamento do corpo) e pintavam no sarcófago a cara do defunto para que a alma o reconhecesse.