sábado
A escrita no Egipto Antigo
Os egípcios criaram uma escrita original - a escrita hieroglífica. Através de caracteres chamados hieróglifos representavam seres vivos e objectos. Assim, por exemplo, para "escrever" a palavra sol desenhavam um disco solar. A pouco e pouco alguns desses sinais passaram a ser usados para representar ideias e sons. Este tipo de escrita foi utilizado em inscrições gravadas ou pintadas em placas, estátuas, paredes de templos e túmulos.
Com o decorrer do tempo, apareceram outros sistemas de escrita mais simples e de traçado mais rápido:
a hierática (escrita sagrada), utilizada pelos sacerdotes;
a demótica (popular), utilizada nos textos do dia-a-dia (com excepção dos textos religiosos) que surge nos finais da história do Egipto Antigo. Quer a escrita hierática quer a demótica ou popular utilizavam o papiro como material de suporte para a escrita.



Escriba e instrumentos de escrita. O desenho da sua caneta de junco e dos recipientes onde a humedecia para escrever, formava o hieroglifo que significava "escriba"
O papiro foi o antepassado do papel e os seus rolos eram usados para a escrita durante a antiguidade, sobretudo no egipto.
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Egipto,
Escrita Hieroglífica
O Nilo, fonte de riqueza...



O papiro é uma planta que cresce ao longo das margens e do delta do Nilo. Dele se faziam não apenas as folhas e os rolos que receberiam os hieroglifos e as ilustrações da glória dos deuses e do faraó mas também velas para os navios, roupas, sandálias e outros objectos do quotidiano. Era o símbolo do Baixo Egipto assim como o abutre o era do Alto Egipto. O deus Hápi, que personificava o Nilo, tinha na cabeça uma coroa com papiro e flor de lótus. A planta do papiro era considerada sagrada e o nome papiro significa, em egípcio antigo, “ o que pertence a Rá”.
Usado pela primeira vez em 4000 a.C., transformou-se numa das maiores fontes de exportação do Egipto. Era produzido sob monopólio do faraó, com o processo de produção mantido debaixo de um bem guardado sigilo.
Ao contrário do papel, que é feito de fibras de plantas esmagadas, o papiro é feito de tiras finamente cortadas de folhas e talos de cana de papiro, demolhadas durante três dias até clarearem. As tiras eram depois colocadas em toalhas de linho, primeiro horizontalmente e depois verticalmente, empilhadas e comprimidas, antes de serem postas a secar ao Sol.
A produção de papiro foi interrompida em 105 d.C. quando o papel foi inventado na China, e só em 1965 é que um cientista egípcio voltou a redescobrir o segredo do seu fabrico.
Ao contrário do papel, que é feito de fibras de plantas esmagadas, o papiro é feito de tiras finamente cortadas de folhas e talos de cana de papiro, demolhadas durante três dias até clarearem. As tiras eram depois colocadas em toalhas de linho, primeiro horizontalmente e depois verticalmente, empilhadas e comprimidas, antes de serem postas a secar ao Sol.
A produção de papiro foi interrompida em 105 d.C. quando o papel foi inventado na China, e só em 1965 é que um cientista egípcio voltou a redescobrir o segredo do seu fabrico.


Estiletes com que se escrevia no papiro
O papiro foi o antepassado do papel e os seus rolos eram usados para a escrita durante a antiguidade sobretudo no egipto.
Livro dos Mortos

Este é, talvez, o mais famoso livro do antigo Egipto. Não é propriamente um livro, como hoje os conhecemos, mas sim um enorme rolo de papiro de 4,5 m de comprimento por 37 cm de altura. É neste "livro" que estão descritos os ritos funerários do embalsamamento, o julgamento dos mortos no tribunal de Osíris e as fórmulas e orações mágicas tão popularizadas pelo filme "A Múmia".
Anubis embalsamando o faraóSociedade

A sociedade egípcia encontrava-se organizada em torno do faraó. Senhor supremo de todo o país, o faraó distribuía as terras e os cargos.
A sua numerosa família, bem como os sacerdotes, nobres e os altos funcionários constituíam o escalão cimeiro e privilegiado da sociedade egípcia.
Abaixo destes mas, ainda importantes, vinham os escribas e os comerciantes
Os artesãos e camponeses eram a classe mais baixa.
No fundo dos mais desfavorecidos surgiam os escravos que não tinham quaisquer direitos.
A sua numerosa família, bem como os sacerdotes, nobres e os altos funcionários constituíam o escalão cimeiro e privilegiado da sociedade egípcia.
Abaixo destes mas, ainda importantes, vinham os escribas e os comerciantes
Os artesãos e camponeses eram a classe mais baixa.
No fundo dos mais desfavorecidos surgiam os escravos que não tinham quaisquer direitos.
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Egipto,
Sociedade do Antigo Egipto
Um Estado Teocrático
Um Poder Sacralizado
O Faraó era considerado um deus vivo, filho de Amon-Rá.
Ninguém podia desobedecer-lhe porque isso era o mesmo que desobedecer aos deuses.
O Faraó dispunha de um poder sacralizado (sagrado) e absoluto, sobre todas as coisas e sobre as pessoas. O seu poder era exercido em nome dos deuses e ele próprio mais do que o representante dos deuses era um deus vivo adorado em todo o Egipto.
O Egipto era, assim, um estado Teocrático.
Ninguém podia desobedecer-lhe porque isso era o mesmo que desobedecer aos deuses.
O Faraó dispunha de um poder sacralizado (sagrado) e absoluto, sobre todas as coisas e sobre as pessoas. O seu poder era exercido em nome dos deuses e ele próprio mais do que o representante dos deuses era um deus vivo adorado em todo o Egipto.
O Egipto era, assim, um estado Teocrático.
A Escrita Hieroglífica

No Egipto, a partir do 4ºmilénio a.c, surge o sistema de escrita Hieroglífica. O nome foi-lhe dado pelos antigos gregos pois a escrita encontrava-se sobretudo na fachada e no interior dos templos e túmulos. Daí , Hieros ( sagrado) + Glifos (inscrições) , isto é escrita sagrada, traduzido à letra.
Os hieróglifos são imagens, símbolos e sinais que exprimem sons e ideias.
Dentro da escrita Hieroglífica, havia a escrita hierática, muito complicada e usada pelos
sacerdotes nos textos sagrados e a escrita demótica que era uma forma de escrita simplificada e mais popular.
Os hieróglifos são imagens, símbolos e sinais que exprimem sons e ideias.
Dentro da escrita Hieroglífica, havia a escrita hierática, muito complicada e usada pelos
sacerdotes nos textos sagrados e a escrita demótica que era uma forma de escrita simplificada e mais popular.
quinta-feira
Sociedade

A sociedade egípcia estava dividida em vário estratos ou camadas, sendo que o faraó era a autoridade máxima, chegando a ser considerado um deus vivo na Terra. Sacerdotes, militares e escribas (responsáveis pela escrita) também ganharam importância na sociedade. Esta era sustentada pelo trabalho e impostos pagos por camponeses, artesãos e pequenos comerciantes. Os escravos também compunham a sociedade egípcia e, geralmente, eram pessoas capturadas em guerras. Trabalhavam muito e nada recebiam por seu trabalho, apenas água e comida.
sexta-feira
As Primeiras Cidades

A maior ou menor riqueza das aldeias dependeu sempre da fertilidade do solo, da secagem dos pântanos ou dos depósitos deixados na terra por ocasião das enchentes. A necessidade de as populações orientarem o curso das cheias, repararem os danos que elas pudessem provocar e de criarem redes de represas, canais e obras de irrigação levou-as a unirem-se e a organizarem-se. Ora, a antiga aldeia não tinha possibilidade de responder a essas exigências. Só a cidade pôde mobilizar-se, centralizar e orientar a força de trabalho capaz de levar a cabo a organização dos grupos populacionais e a sua defesa . A cidade, criada a partir do desenvolvimento da aldeia, passou a contar com um novo corpo de habitantes: funcionários administrativos, artesãos e mercadores. A cidade distingue-se definitivamente da aldeia quando cria a escrita, o cálculo e o sistema de pesos e medidas.
Lewis Munford. "A Cidade na História" (adaptado)
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Neolítico,
Revolução Urbana
domingo
Conceitos
Pré-História
Paleolítico
Hominídeo
Hominização
Bipedia
Verticalidade
Australopitecus
Homo Habilis
Homo Erectus
Homo Sapiens Neanderthal
Homo Sapiens Sapiens
Clã
Tribo
Semi-nómadas
Caçadores-recolectores
Sociedade Recolectora
Pedra Lascada
Biface
Arte Rupestre
Arte Móvel
Se ainda não dominas todos estes conceitos procura saber os que ainda não dominas.
sábado
Objectivos de Aprendizagem

Caracterizar a Arte Romana
Identificar a influência grega na arte romana.
Referir os deuses tradicionais dos romanos e suas atribuições bem com os deuses "importados" e suas atribuições
Reconhecer a influência da presença romana na Península Ibérica bem como os contributos dos romanos para o mundo contemporâneo
Conhecer, em termos genéricos, o contexto histórico em que surgiu o cristianismo na Judeia.
Identificar as formas de difusão do cristianismo bem com as etapas na sua afirmação como uma grande religião.
Conhecer os povos bárbaros e seus locais de fixação
Identificar as diferentes vagas de invasores que assolaram a Europa entre os secs V-X
Identificar consequências económicas, sociais e políticas resultantes dessas invasões
Compreender o papel da Igreja Católica no ocidente após o fim do Império romano.
Conhecer e aplicar os seguintes conceitos: Idade Média, Bárbaros, Ruralização, Economia de Subsistência
Materiais
sexta-feira
terça-feira
Objectivos de Aprendizagem

Explicar a importância da bipedia
Conhecer o processo de hominização e as suas etapas (Homo Habilis, Homo Erectus, Homo Sapiens, Homo Sapiens Sapiens).
Identificar os principais instrumentos fabricados pelos hominídeos e os materiais que os constituem (pedra, osso, madeira, fibras animais e vegetais).
Avaliar as vantagens da invenção do fogo para o homem primitivo.
Caracterizar o modo de vida das sociedades recolectoras (alimentação, principais actividades, recolecção, nomadismo).
Estabelecer uma relação entre nomadismo e recolecção
Explicar a importância da caça para a sobrevivência dos hominídeos
Distinguir as principais formas de arte do Paleolítico.
Identificar as principais técnicas utilizadas pelos artistas do Paleolítico (arte rupestre e arte móvel).
Interpretar a Arte do Paleolítico Superior
Conhecer as primeiras formas de culto pré-históricas.
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Objectivos de Aprendizagem,
Paleolítico
sexta-feira
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