Segunda-feira
Esquema Conceptual
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Grécia Antiga
A Sociedade de Atenas

A sociedade ateniense era constituída por três grupos bem distintos :
os cidadãos, homens livres, com mais de 18 anos, filhos de pai e mãe atenienses. Eram os únicos a possuir terras na Ática. Só eles tinham direitos políticos, participando nas assembleias, conselhos e tribunais. Constituiam uma minoria da população, cerca de 10% em meados do século V a. C.
os metecos, estrangeiros que viviam na cidade-estado de Atenas. Eram homens livres, mas sem direitos políticos, estavam sujeitos ao serviço militar e ao pagamento de impostos. Dedicavam-se ao comércio e ao artesanato. Excepcionalmente, podiam tornar-se cidadãos;
os escravos, homens não-livres, ocupados em tarefas variadas como a agricultura, artesanato, comércio, trabalhos domésticos. Eram prisioneiros de guerra ou pessoas raptadas por piratas. Constituíam cerca de 1/3 da população .
Assim, a sociedade ateniense era dominada por uma minoria - os cidadãos, os únicos que tinham direitos políticos. Estes direitos eram exercidos nos órgãos de poder e nos lugares públicos, como a Ágora . Contudo, a grande maioria - mulheres, metecos e escravos não participava na vida política.

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Atenas,
Grécia Antiga,
Sociedade Ateniense
Economia de Atenas

Como a terra não era farta ( 80% era solo montanhoso) desenvolveram uma rica economia mercantil e marítima, com a prática do comércio a longa distância. O grande comércio era feito através do porto de Pireu, por onde exportavam vinhos, azeite, armas e produtos do seu artesanato ( que estava muito desenvolvido) e importavam bens alimentares (trigo) metais e objectos de luxo. O poderio económico da cidade apoiava-se, ainda, numa grande e bem armada frota naval e numa forte moeda, o dracma .

Actividade comercial no porto de Pireu

Trirreme Grega
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Economia Grega,
Grécia Antiga
A Acrópole de Atenas (Visão idealizada)
Atenas, a mais importante cidade-estado grega do século V a. c., ficava situada na Ática. Apesar do solo da Ática ser pobre, a agricultura e a pecuária ocupavam a maior parte dos atenienses que viviam do cultivo do trigo, cevada, vinho e, sobretudo, do azeite . Em volta da cidade, cultivavam-se produtos agrícolas e, nas montanhas criava-se o gado, especialmente, cabras e carneiros.
O artesanato estava muito desenvolvido. Os artesãos fabricavam vasos cerâmicos, estátuas, armas, navios. Para a sua confecção exploravam o barro, o mármore, a madeira e os minérios. Mas, Atenas tinha falta de cereais e de matérias-primas para o artesanato.
O artesanato estava muito desenvolvido. Os artesãos fabricavam vasos cerâmicos, estátuas, armas, navios. Para a sua confecção exploravam o barro, o mármore, a madeira e os minérios. Mas, Atenas tinha falta de cereais e de matérias-primas para o artesanato.
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Grécia,
Grécia Antiga
O Partenon

O Partenon é um símbolo duradouro da Grécia e da democracia, e é visto como um dos maiores monumentos culturais do mundo. O nome Partenon parece derivar da monumental estátua de Atena Partenos abrigada no salão leste da construção. Foi esculpida em marfim e ouro por Fídias e seu epíteto ‘’parthenos’’ (παρθένος — "virgem") refere-se ao estado virginal e solteiro da deusa. O Partenon foi construído para substituir um antigo templo destruído por uma invasão dos persas em 480 a.c.. 
Partenon (Reconstituição)
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Olímpia
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Grécia,
Jogos Olímpicos
A Ágora
A Ágora era uma praça, a praça principal da pólis, a cidade-estado grega da Antiguidade clássica. A Ágora manifesta-se como a expressão máxima da esfera pública , sendo o espaço público por excelência. É nela que o cidadão grego convive com o outro, onde ocorrem as discussões políticas e os tribunais dos cidadãos se reunem: é, portanto, o espaço por execelência do exercício da cidadania. Por este motivo, a Ágora (juntamente com a Pnyx, o espaço de realização das assembleias) era considerada um símbolo da democracia directa, e, em especial, da democracia ateniense, na qual todos os cidadãos tinham igual voz e direito a voto.

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Cidadania,
Democracia Ateniense,
Grécia,
Grécia Antiga,
Ágora
Os órgãos de poder e as limitações do regime democrático

Na cidade-estado de Atenas, os órgãos de poder eram os seguintes :
Assembleia do Povo ou Eclésia, constituída por todos os cidadãos, que aprovava as leis, decidia da paz ou da guerra, elegia as magistraturas mais importantes e votava o ostracismo;
Bulé, conselho permanente de 500 cidadãos, sorteados entre as tribos (50 por tribo), que elaborava as leis a aprovar pela Eclésia;
Helieu, tribunal composto por 6000 cidadãos, que julgava os casos de não cumprimento das leis da cidade.
Para além destes órgãos de poder, distinguiam-se como dirigentes políticos os arcontes e os estrategos.
Assim, o regime democrático trouxe importantes inovações:
preenchimento dos cargos políticos através de eleições ou por sorteio
duração limitada desses cargos
participação dos cidadãos na vida política.
A democracia ateniense tinha, contudo, as suas limitações. Na verdade, só os cidadãos atenienses, cerca de 10% da população, participavam na vida política (as mulheres e os filhos dos cidadãos, os metecos e os escravos estavam dela excluídos). A existência de escravos, o imperialismo de Atenas em relação às outras cidades da Liga de Delos e a Lei do Ostracismo são também consideradas como “imperfeições” da democracia ateniense. No entanto, apesar das suas imperfeições, o regime político de Atenas foi seguido em muitas cidades gregas e serviu de modelo às democracias modernas.

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Democracia,
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A Democracia em Atenas
PériclesAtenas, como as demais cidades gregas, foi até ao Séc. V a.c. governada por reis (monarquia), nobreza (oligarquia) e por tiranos (tirania). Contudo, no século V a. c., estabeleceu-se na cidade-estado de Atenas uma forma de governo diferente das restantes - o regime democrático.
Para o estabelecimento deste novo regime político e social foi fundamental a acção de três legisladores - Sólon (c. 640-c. 560 a. c.), Clístenes (508-462 a. C) e Péricles (462-429 a. C). Entre as medidas que tomaram, destacam-se as seguintes:
Sólon- Redacção de leis iguais para todos os homens livres e fim da escravidão por dívidas
Para o estabelecimento deste novo regime político e social foi fundamental a acção de três legisladores - Sólon (c. 640-c. 560 a. c.), Clístenes (508-462 a. C) e Péricles (462-429 a. C). Entre as medidas que tomaram, destacam-se as seguintes:
Sólon- Redacção de leis iguais para todos os homens livres e fim da escravidão por dívidas
Clístenes- Divisão da Península da Ática em 100 demos, agrupados em 10 tribos; cada tribo, onde todos eram iguais, elegia anualmente os cidadãos para os vários órgãos do governo da cidade. Procurava-se, assim, evitar que os ricos dominassem a vida política
Péricles- Concessão de salários a todos os cidadãos que fossem designados para cargos públicos; desta forma, todos, incluindo os cidadãos mais pobres, podiam participar na vida política.
Péricles- Concessão de salários a todos os cidadãos que fossem designados para cargos públicos; desta forma, todos, incluindo os cidadãos mais pobres, podiam participar na vida política.
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Sábado
A Acrópole de Atenas
Acrópole em finais do séc. XIX Situada na parte alta da cidade de Atenas a Acrópole dominava a parte baixa ou Asty. Na Acrópole foram construídos templos e outros edifícios que fizeram a sua beleza e glória como o Parténon, o Erecthéion, o templo de Atena Niké entre outros. O arranjo da Acrópole foi concebido e dirigido por Péricles e executado em grande parte pelo escultor Fídias na segunda metade do sé. V a. c., entre 447 e 432.
Dominando toda a Acrópole , o Parténon é um dos mais belos exemplares da arquitectura grega clássica.
Dominando toda a Acrópole , o Parténon é um dos mais belos exemplares da arquitectura grega clássica.

Acrópole (Reconstituição)
Sexta-feira
Os Fenícios
A Fenícia situada no Mediterrâneo Oriental era um território pobre com uma estreita faixa de terra propícia à agricultura mas que não chegava para todos.. Por isso, os fenícios tornaram-se mercadores e marinheiros.Nas regiões que contactaram fundaram colónias e feitorias e obtiveram concessões comerciais.Para facilitar os negócios, criaram a escrita alfabética, base de todas as escritas ocidentais.
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Sexta-feira, Novembro 27, 2009
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Fenícia
Os Fenícios - um povo de navegadores e comerciantes

Os Fenícios ocupavam a costa mediterrânica a norte da Palestina e nunca formaram um Estado unificado do ponto de vista político. As suas principais cidades Tiro, Ugarit, Sídon e Biblos eram cidades-estado independentes umas das outras, com leis e administração próprias. Localizadas numa estreita faixa terra, pobre, compreendida entre as montanhas do Líbano e o Mediterrâneo Oriental, a sua situação geográfica condicionou a sua principal actividade: o comércio marítimo. A madeira de cedro, existente em abundância nas florestas do Líbano, permitiu-lhes criar uma frota que dominava grande parte do comércio do Mediterrâneo. Além disso, as rotas caravaneiras vindas do Oriente terminavam nas cidades da Síria, como Damasco, possibilitando aos Fenícios o acesso aos produtos do Oriente, através de trocas comerciais com as cidades sírias. Tornaram-se, durante o 1.° milénio a.c., grandes intermediários entre os povos do Mediterrâneo, comprando num lado e vendendo noutro. Da produção e exportação próprias, constavam objectos de metaL, de cerâmica e de vidro, assim como tecidos de lã e de algodão, frequentemente tingidos de púrpura, uma tinta de cor arroxeada retirada de um molusco - o murex - existente nas costas da Fenícia. Embora produzissem objectos em grande número e a baixo preço, faziam também peças de grande perfeição e requinte. A sua colónia mais importante foi Cartago, no Norte de África, fundada pelos habitantes da cidade de Tiro em 814 a.c., para servir de ponto dEà apoio ao comércio no Mediterrâneo Ocidental. Cádiz, cidade no sul de Espanha é também de fundação fenícia.


Moeda Fenícia
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Sexta-feira, Novembro 27, 2009
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Fenícia
Artesanato Fenício



Os artesãos fenícos produziam peças de grande qualidade técnica e artística em vidro colorido, ouro, marfim... que os comerciantes vendiam por todo o Mediterrâneo.
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Fenícia
Domingo
Ramses II e Nefertari
Os templos de Ramsés II e da sua esposa, Nefertari, não estiveram sempre onde estão hoje.Nos anos 60 do século passado, com a construção da Barragem de Assuão, no Nilo, estes monumentos ficariam para sempre submersos. O governo egípcio com a ajuda da comunidade internacional, retirou-os pedra por pedra do local onde foram mandados construir por Ramsés II e montou-os um pouco mais acima, onde agora os podes visitar como turista .
Na gravura em baixo podes ver como eram antes da barragem, numa reprodução da sua localização original feita por David Roberts em 1838-1839 .


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Sábado
A Esfinge

A grande esfinge do Egipto guarda o descanso dos grandes faraós. Foi construída por volta 2800 a.c., embora haja quem defenda que é mais antiga e tem cerca de 70m de comprimento por 20m de largura. É a maior figura do mundo esculpida em pedra.
Nos séculos XVIII e XIX apenas era visível a cabeça, tendo sido os engenheiros franceses da expedição de Napoleão que a libertaram da areia. No original era pintada com tinta vermelha tal como as pirâmides eram revestidas em branco. O seu rosto, de 4m de largura, parece representar o faraó Kefren.

Em 2006

Em 1924
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Esfinge
O tempo dos grandes faraós
Durante o período do Império Novo (1550a.C. até 712a.C), a cidade de Tebas era a grande capital política e religiosa do Egipto. Foi um período que conheceu grandes faraós como Amenófis IV, Tutankhamon, Ramsés II e Hatshepsut a raínha que foi faraó. Depois de morta o seu nome e figura foram apagados dos templos bem como as suas estátuas destruídas. Os egípcios não gostavam da ideia de terem sido governados por uma mulher.
Ramsés, O Grande, além de ter sido um grande guerreiro foi um grande construtor, foi ele que construiu os templos em Abu Simbel. É citado na bíblia, na historia de Moisés: teria sido ele o faraó que se recusou a libertar os hebreus, o "povo de Moisés".
Amenófis IV foi um grande revolucionário, decretou o fim do poiteísmo e implantou o monoteísmo do deus Aton, o deus Sol, mudando mesmo o seu nome para Akenaton ( aquele que agrada a Aton) . Transferiu a capital de Tebas para Tel-El-Amarna aí fazendo grandes construções. O seu filho, Tutankamon repôs Tebas como a capital do Egipto. Tutankamon tornou-se famoso pelo seu túmulo que foi encontrado intacto. Tinha 9 anos quando se tornou faraó e morreu aos 18.
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Egipto
Politeísmo
Os egípcios eram um povo muito religioso, o mais religioso de entre todos os povos de acordo com as palavras de Heródoto. Eram politeístas porque acreditavam em vários deuses.
Os deuses mais adorados eram Hórus, Amon-rá,Ósiris e Ísis.
Os egípcios representavam os deuses com formas de animais ou formas humanas. Outras vezes combinavam as duas formas.
Os deuses mais adorados eram Hórus, Amon-rá,Ósiris e Ísis.
Os egípcios representavam os deuses com formas de animais ou formas humanas. Outras vezes combinavam as duas formas.
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Religião Egípcia
Pintura e Relevo no Antigo Egipto
Pintura
O relevo e a pintura estavam ao serviço da glorificação do faraó e da religião. A maior parte dos relevos esculpidos destinava-se a decorar túmulos e templos. Nas paredes das câmaras funerárias dos túmulos, várias pinturas reproduziam cenas religiosas e da vida quotidiana.
No relevo e na pintura egípcias, a representação da figura humana obedecia a certas regras :
No relevo e na pintura egípcias, a representação da figura humana obedecia a certas regras :
- cabeça e pés de perfil, tronco de frente (lei da frontalidade)
- cenas representadas em bandas, umas sobre as outras (ausência de perspectiva)
- dimensão das figuras de acordo com a sua categoria social (lei da proporcionalidade)
- cenas representadas em bandas, umas sobre as outras (ausência de perspectiva)
- dimensão das figuras de acordo com a sua categoria social (lei da proporcionalidade)

Relevo
Pintura (em tiras ou bandas)
Procura encontrar nas gravuras, algumas características da pintura e do relevo acima descritas
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Arte Egípcia,
Egipto
Ísis e a fuga com o menino
Ísis amamentando HórusDepois de ter matado Osíris, o deus Seth perseguiu Ísis e o seu bebé Hórus. Toth, deus do conhecimento e da escrita, aconselhou-a a fugir e deu-lhe como escolta sete escorpiões mágicos. Chegados à cidade de Duas Irmãs, Ísis pediu hospedagem a uma rica habitante que lha recusou. Triste, continuou a procurar abrigo e encontrou-o em casa de um humilde camponês. Os escorpiões decidiram então vingar-se da senhora rica e Tefen, um dos escorpiões, que tinha recolhido o veneno dos outros seis, preparava-se para matar o filho da senhora rica.
Ísis salvou a criança, que não tinha culpa do carácter da mãe e fez com que os escorpiões perdessem os poderes mágicos que Toth lhes havia dado. Envergonhada e agradecida, a senhora rica deu todos os seus bens a Ísis e ao camponês humilde que havia abrigado a deusa e o seu pequeno Horus.
Sexta-feira
Livro dos Mortos

Este é, talvez, o mais famoso livro do antigo Egipto. Não é propriamente um livro, como hoje os conhecemos, mas sim um enorme rolo de papiro de 4,5 m de comprimento por 37 cm de altura. É neste "livro" que estão descritos os ritos funerários do embalsamamento, o julgamento dos mortos no tribunal de Osíris e as fórmulas e orações mágicas tão popularizadas pelo filme "A Múmia".
Anubis embalsamando o faraó
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Sexta-feira, Novembro 20, 2009
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Egipto,
Livro dos mortos
Quinta-feira
Sociedade Egípcia

A sociedade do antigo Egipto era uma sociedade estratificada e profundamente desigual : de um lado uma minoria de ricos e poderosos (os estratos superiores) e, do outro, a grande maioria da população pobre e sujeita às mais duras condições de vida ( os estratos inferiores)
* o papiro foi o antepassado do papel e os seus rolos eram usados para a escrita durante a antiguidade sobretudo no egipto.
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Quinta-feira, Novembro 19, 2009
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Sociedade do Antigo Egipto
Tutankamon
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Quinta-feira, Novembro 19, 2009
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Tutankamon
Terça-feira
Salvé, ó Nilo...
O Nilo é um dos rios mais extensos do mundo, percorrendo 6.696km através do nordeste africano . Nasce perto da linha do Equador e corre para o norte, em direcção ao Mar Mediterrâneo. Recebendo as águas das chuvas que caem nas suas nascentes, localizadas na África Equatorial e na Etiópia, o rio Nilo provocava anualmente no Egipto uma inundação, entre Julho e Novembro, depositando sedimentos que tornavam as margens de terra extremamente férteis, muito propícias para os cultivos agrícolas. Embora hoje essas cheias já não aconteçam devido à construção da barragem de Aswan, construída na década de 60, os camponeses do Egipto ainda hoje cultivam o solo aproveitando as águas do rio, que se mantém vital para a economia agrícola do país. Viajando pelo Nilo abaixo ainda podemos ver as plantações nos mesmos moldes que os antigos utilizavam.
Das águas do Nilo também prosperam até hoje o cultivo de papiros e a olaria ( fabrico de tijolos e potes de barro) que ainda são confeccionados no antigo estilo egípcio , feitos à mão.
Das águas do Nilo também prosperam até hoje o cultivo de papiros e a olaria ( fabrico de tijolos e potes de barro) que ainda são confeccionados no antigo estilo egípcio , feitos à mão.

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Terça-feira, Novembro 17, 2009
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Egipto
Segunda-feira
O Egipto Actual
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Segunda-feira, Novembro 16, 2009
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Egipto
Tópicos de Estudo
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Segunda-feira, Novembro 16, 2009
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O Antigo Egipto
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Egipto
Quarta-feira
O ANTIGO EGIPTO
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Quarta-feira, Novembro 11, 2009
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Hórus
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Quarta-feira, Novembro 11, 2009
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Saber Egípcio

Se examinares um homem com uma ferida no peito, deves ligá-lo com carne fresca no primeiro dia; depois, deves tratá-lo com azeite, mel e ervas até que se cure. Quando o médico pousa o dedo sobre uma parte do corpo, toca no coração, pois este penetra em todos os membros graças às suas artérias.
Papiro de Ebers

Não te gabes por causa dos teus conhecimentos; não estejas certo de ti porque és um homem sábio. Pede conselhos tanto ao ignorante como ao sábio. Se o teu amigo faz alguma coisa que te desagrade, repara que ainda é teu amigo. Não respondas em estado de cólera. Não o humilhes(2)
Conselhos de Ptah-Hotep
Conselhos de Ptah-Hotep
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Quarta-feira, Novembro 11, 2009
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Egipto
Religião Egípcia

Os Egípcios, tal como os outros povos da Antiguidade, eram extremamente religiosos. Adoravam muitos deuses, isto é, eram politeístas. Cada região tinha os seus deuses, mas alguns eram adorados em todo o Egipto, como Osíris e Ísis (deuses ligados à fertilidade e fecundidade da terra e ao culto dos mortos), o deus-falcão Hórus (protector dos faraós, particularmente adorado durante o Império Antigo) e Ámon-Rá (o deus-Sol).
Relacionado com o culto dos deuses, estava o culto dos mortos. Como acreditavam na vida de além-túmulo, os egípcios criaram complicadas técnicas de embalsamamento dos cadáveres pois também acreditavam na reencarnação das almas. Por essa razão os corpos precisavam de estar intactos (mumificados) e para a alma reconhecer o corpo que habitara, desenhavam o mais fiel possível na tampa do sarcófago o rosto do morto que lá estava depositado.
No século XIV a.c., no reinado de Amenófis IV (c. 1377/1359 a.c.), o politeísmo egípcio foi temporariamente abolido e imposto o culto a um único deus - Áton, que simbolizava o Sol. Contudo, logo após a morte do faraó, regressou-se ao culto dos deuses tradicionais, ou seja, ao politeísmo.
Relacionado com o culto dos deuses, estava o culto dos mortos. Como acreditavam na vida de além-túmulo, os egípcios criaram complicadas técnicas de embalsamamento dos cadáveres pois também acreditavam na reencarnação das almas. Por essa razão os corpos precisavam de estar intactos (mumificados) e para a alma reconhecer o corpo que habitara, desenhavam o mais fiel possível na tampa do sarcófago o rosto do morto que lá estava depositado.
No século XIV a.c., no reinado de Amenófis IV (c. 1377/1359 a.c.), o politeísmo egípcio foi temporariamente abolido e imposto o culto a um único deus - Áton, que simbolizava o Sol. Contudo, logo após a morte do faraó, regressou-se ao culto dos deuses tradicionais, ou seja, ao politeísmo.
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Politeísmo,
Religião Egípcia
A escrita no Egipto Antigo
Os egípcios criaram uma escrita original - a escrita hieroglífica. Através de caracteres chamados hieróglifos representavam seres vivos e objectos. Assim, por exemplo, para "escrever" a palavra sol desenhavam um disco solar. A pouco e pouco alguns desses sinais passaram a ser usados para representar ideias e sons. Este tipo de escrita foi utilizado em inscrições gravadas ou pintadas em placas, estátuas, paredes de templos e túmulos.
Com o decorrer do tempo, apareceram outros sistemas de escrita mais simples e de traçado mais rápido:
a hierática (escrita sagrada), utilizada pelos sacerdotes;
a demótica (popular), utilizada nos textos do dia-a-dia (com excepção dos textos religiosos) que surge nos finais da história do Egipto Antigo. Quer a escrita hierática quer a demótica ou popular utilizavam o papiro como material de suporte para a escrita.



Escriba e instrumentos de escrita. O desenho da sua caneta de junco e dos recipientes onde a humedecia para escrever, formava o hieroglifo que significava "escriba"
O papiro foi o antepassado do papel e os seus rolos eram usados para a escrita durante a antiguidade, sobretudo no egipto.
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Quarta-feira, Novembro 11, 2009
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Escrita Hieroglífica
Religião




Os egípcios acreditavam na imortalidade da alma, na sua reencarnação e que depois da morte existia uma outra vida. Após a morte, a alma ia ao tribunal de Ósiris, onde era julgada.
Como acreditavam na reencarnação era necessário que o corpo estivesse conservado para quando a alma regressasse ao corpo que havia habitado. Para isso realizavam o processo de mumificação (embalsamamento do corpo) e pintavam no sarcófago a cara do defunto para que a alma o reconhecesse.
Como acreditavam na reencarnação era necessário que o corpo estivesse conservado para quando a alma regressasse ao corpo que havia habitado. Para isso realizavam o processo de mumificação (embalsamamento do corpo) e pintavam no sarcófago a cara do defunto para que a alma o reconhecesse.
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Quarta-feira, Novembro 11, 2009
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Osíris,
Religião Egípcia
Hino a Hápi, o deus da inundação do Nilo
Homenagem a ti, ó Hâpi, aquele que brota da terra, que vem para fazer viver o Egipto... que inunda os campos que Rá [o deus-sol] criou para fazer viver todos os animais... Senhor dos peixes, conduzes os pássaros migradores ao sul... Criador da cevada e que faz nascer o trigo, que abastece ricamente os templos. Se tardas a vir, as narinas se fecham, e toda a gente fica pobre. Tu, que trazes o sustento, que és fértil em alimentos, que crias (todas as coisas boas)... Quando surges sobre a terra há grande alegria, pois todas as pessoas estão contentes, todo o homem recebe sua comida, e não há um dente sequer que não tenha algum alimento para mastigar.
Papiro Egípcio
Explica a importância do Nilo para o camponês egípcio.
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Quarta-feira, Novembro 11, 2009
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Segunda-feira
Tutankamon

Provavelmente, seria este o verdadeiro rosto de Tutankamon feito com as mais avançadas técnicas de computação a partir da análise da sua múmia.

Cabeça mumificada de Tutankamon
http://news.nationalgeographic.com/news/2005/05/photogalleries/tut_mummy/photo4.html
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Tutankamon
Sociedade

A sociedade egípcia estava dividida em vário estratos ou camadas, sendo que o faraó era a autoridade máxima, chegando a ser considerado um deus vivo na Terra. Sacerdotes, militares e escribas (responsáveis pela escrita) também ganharam importância na sociedade. Esta era sustentada pelo trabalho e impostos pagos por camponeses, artesãos e pequenos comerciantes. Os escravos também compunham a sociedade egípcia e, geralmente, eram pessoas capturadas em guerras. Trabalhavam muito e nada recebiam por seu trabalho, apenas água e comida.
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Segunda-feira, Novembro 09, 2009
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Egipto
Tópicos de Estudo
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Segunda-feira, Novembro 09, 2009
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Egipto
O Nilo, fonte de riqueza...



O papiro é uma planta que cresce ao longo das margens e do delta do Nilo. Dele se faziam não apenas as folhas e os rolos que receberiam os hieroglifos e as ilustrações da glória dos deuses e do faraó mas também velas para os navios, roupas, sandálias e outros objectos do quotidiano. Era o símbolo do Baixo Egipto assim como o abutre o era do Alto Egipto. O deus Hápi, que personificava o Nilo, tinha na cabeça uma coroa com papiro e flor de lótus. A planta do papiro era considerada sagrada e o nome papiro significa, em egípcio antigo, “ o que pertence a Rá”.
Usado pela primeira vez em 4000 a.C., transformou-se numa das maiores fontes de exportação do Egipto. Era produzido sob monopólio do faraó, com o processo de produção mantido debaixo de um bem guardado sigilo.
Ao contrário do papel, que é feito de fibras de plantas esmagadas, o papiro é feito de tiras finamente cortadas de folhas e talos de cana de papiro, demolhadas durante três dias até clarearem. As tiras eram depois colocadas em toalhas de linho, primeiro horizontalmente e depois verticalmente, empilhadas e comprimidas, antes de serem postas a secar ao Sol.
A produção de papiro foi interrompida em 105 d.C. quando o papel foi inventado na China, e só em 1965 é que um cientista egípcio voltou a redescobrir o segredo do seu fabrico.
Ao contrário do papel, que é feito de fibras de plantas esmagadas, o papiro é feito de tiras finamente cortadas de folhas e talos de cana de papiro, demolhadas durante três dias até clarearem. As tiras eram depois colocadas em toalhas de linho, primeiro horizontalmente e depois verticalmente, empilhadas e comprimidas, antes de serem postas a secar ao Sol.
A produção de papiro foi interrompida em 105 d.C. quando o papel foi inventado na China, e só em 1965 é que um cientista egípcio voltou a redescobrir o segredo do seu fabrico.


Estiletes com que se escrevia no papiro
O papiro foi o antepassado do papel e os seus rolos eram usados para a escrita durante a antiguidade sobretudo no egipto.
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Segunda-feira, Novembro 09, 2009
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Egipto
Sociedade

A sociedade egípcia encontrava-se organizada em torno do faraó. Senhor supremo de todo o país, o faraó distribuía as terras e os cargos.
A sua numerosa família, bem como os sacerdotes, nobres e os altos funcionários constituíam o escalão cimeiro e privilegiado da sociedade egípcia.
Abaixo destes mas, ainda importantes, vinham os escribas e os comerciantes
Os artesãos e camponeses eram a classe mais baixa.
No fundo dos mais desfavorecidos surgiam os escravos que não tinham quaisquer direitos.
A sua numerosa família, bem como os sacerdotes, nobres e os altos funcionários constituíam o escalão cimeiro e privilegiado da sociedade egípcia.
Abaixo destes mas, ainda importantes, vinham os escribas e os comerciantes
Os artesãos e camponeses eram a classe mais baixa.
No fundo dos mais desfavorecidos surgiam os escravos que não tinham quaisquer direitos.
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Segunda-feira, Novembro 09, 2009
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Egipto,
Sociedade do Antigo Egipto
Um Estado Teocrático
Um Poder Sacralizado
O Faraó era considerado um deus vivo, filho de Amon-Rá.
Ninguém podia desobedecer-lhe porque isso era o mesmo que desobedecer aos deuses.
O Faraó dispunha de um poder sacralizado (sagrado) e absoluto, sobre todas as coisas e sobre as pessoas. O seu poder era exercido em nome dos deuses e ele próprio mais do que o representante dos deuses era um deus vivo adorado em todo o Egipto.
O Egipto era, assim, um estado Teocrático.
Ninguém podia desobedecer-lhe porque isso era o mesmo que desobedecer aos deuses.
O Faraó dispunha de um poder sacralizado (sagrado) e absoluto, sobre todas as coisas e sobre as pessoas. O seu poder era exercido em nome dos deuses e ele próprio mais do que o representante dos deuses era um deus vivo adorado em todo o Egipto.
O Egipto era, assim, um estado Teocrático.
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Segunda-feira, Novembro 09, 2009
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Egipto
A Escrita Hieroglífica

No Egipto, a partir do 4ºmilénio a.c, surge o sistema de escrita Hieroglífica. O nome foi-lhe dado pelos antigos gregos pois a escrita encontrava-se sobretudo na fachada e no interior dos templos e túmulos. Daí , Hieros ( sagrado) + Glifos (inscrições) , isto é escrita sagrada, traduzido à letra.
Os hieróglifos são imagens, símbolos e sinais que exprimem sons e ideias.
Dentro da escrita Hieroglífica, havia a escrita hierática, muito complicada e usada pelos
sacerdotes nos textos sagrados e a escrita demótica que era uma forma de escrita simplificada e mais popular.
Os hieróglifos são imagens, símbolos e sinais que exprimem sons e ideias.
Dentro da escrita Hieroglífica, havia a escrita hierática, muito complicada e usada pelos
sacerdotes nos textos sagrados e a escrita demótica que era uma forma de escrita simplificada e mais popular.
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Segunda-feira, Novembro 09, 2009
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Egipto
Nada do que sabemos é definitivo
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Segunda-feira, Novembro 09, 2009
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Arte Egípcia,
Egipto,
Gizé
A Revolução Neolítica
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Segunda-feira, Outubro 26, 2009
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Neolítico
As primeiras formas de diferenciação social
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Segunda-feira, Outubro 26, 2009
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Diferenciação Social,
Neolítico
Sexta-feira
Conceitos

Crescente Fértil: região do Médio Oriente compreendendo os actuais Israel, Cisjordânia e Líbano bem como partes da Jordânia, da Síria, do Iraque, do Egipto e do sudeste da Turquia. O termo « Crescente Fértil » foi criado em referência ao facto de o arco formado pelas diferentes zonas se assemelhar a uma Lua crescente. Esta região é irrigada pelo Jordão, pelo Eufrates, pelo Tigre e pelo Nilo.
Neolítico:Período da Humanidade em que os seres humanos já usavam instrumentos em pedra polida(neo = novo+ Litos = pedra) e em que surgiram a agricultura, a pastorícia e a sedentarização (as primeiras aldeias).
Economia de produção: forma de vida em que os seres humanos já sabem produzir os alimentos de que necessitam para a sua alimentação, cultivando a terra (agricultura) e domesticando os animais (pastorícia).
Sedentarização: fixação permanente de um grupo humano num determinado local.
Revolução neolítica: conjunto de transformações que se verificaram no período do neolítico.
Aldeamentos: primeiras formas de povoamento quando, no Neolítico, surgiu a agricultura e a sedentarização.
Divisão do trabalho: método de produção em que cada trabalhador se especializa numa função (surgem os diversos ofícios ou profissões).
Megálitos: monumentos do Neolítico constituídos por grandes blocos de pedra.
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Sexta-feira, Outubro 23, 2009
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Neolítico
Quarta-feira
TPC
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Quarta-feira, Outubro 14, 2009
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Sexta-feira
Instrumentos e Técnicas do Neolítico
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Sexta-feira, Outubro 09, 2009
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Neolítico
Localizar no espaço e no tempo
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Sexta-feira, Outubro 09, 2009
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Neolítico
Breve Esquematização

Esquemas como este, são uma espécie de resumo visual de um aspecto histórico ou mesmo de um tema ou unidade de conteúdos que estejas a estudar. Dão as linhas gerais e são como os ramos de uma árvore despida no inverno. Precisam de estudo e reflexão para se encherem de folhas na Primavera, para que à entrada do Verão, possas colher as suas primícias.
Por isso, não te fies apenas em esquemas. Não são o abre-te sésamo ou a solução milagrosa que estavas à espera. Mas que podem ajudar, podem...
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Sexta-feira, Outubro 09, 2009
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Neolítico
Viver no Neolítico
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Sexta-feira, Outubro 09, 2009
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Crescente Fértil,
Neolítico
O Neolítico

A revolução neolítica
As importantes e profundas transformações que ocorreram na vida do Homem por volta de 10.000-8.000 anos AC, e que tiveram por base a passagem de uma economia recolectora para uma economia produtora, levaram os historiadores a considerar que se verificou neste período uma verdadeira revolução - a revolução neolítica. De facto, em apenas alguns milénios, a vida do Homem alterou-se profundamente, em contraste com a lenta evolução do período anterior, que abrangeu centenas de milhares de anos.
Pelas suas condições geográficas especiais, o Crescente Fértil, localizado entre os rios Nilo, Tigre e Eufrates, foi o berço das mais antigas aldeias neolíticas. A agricultura desenvolveu-se nas planícies inundadas pelas cheias periódicas desses rios; a pastorícia surgiu nos dois grandes planaltos ao norte do Crescente Fértil: o planalto da Anatólia na Ásia Menor (actual Turquia), ao Norte, e o planalto da Pérsia (actual Irão), a Nordeste
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Neolítico
Agricultura e domesticação dos animais

Enquanto os grupos da Europa, de África e da Ásia continental viviam da caça, da pesca, da apanha e de colheitas itinerantes, outros grupos de pessoas que viviam no Próximo-Oriente passaram a colher cereais selvagens e a domesticar a cabra e o carneiro.
Ora, como é que tudo começou?
As comunidades habituadas a colher e guardar os cereais viram os grãos germinar e, logo, passaram a imitar a natureza, semeando a terra. Quanto aos animais, o contacto regular com os caçadores afeiçoou-os a quem lhes dava alimento (o caso do porco e do carneiro).
Estas mudanças não se deram rapidamente. As escavações arqueológicas têm vindo a mostrar que a passagem do Paleolítico Superior para o Neolítico foi muito lenta, talvez cerca de dois mil anos. No início, a agricultura e a criação de gado apenas serviram de complemento à alimentação. A situação só se alterou após muito tempo.
G. Lafforgue, A Alta Antiguidade (adaptado)As comunidades habituadas a colher e guardar os cereais viram os grãos germinar e, logo, passaram a imitar a natureza, semeando a terra. Quanto aos animais, o contacto regular com os caçadores afeiçoou-os a quem lhes dava alimento (o caso do porco e do carneiro).
Estas mudanças não se deram rapidamente. As escavações arqueológicas têm vindo a mostrar que a passagem do Paleolítico Superior para o Neolítico foi muito lenta, talvez cerca de dois mil anos. No início, a agricultura e a criação de gado apenas serviram de complemento à alimentação. A situação só se alterou após muito tempo.
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Sexta-feira, Outubro 09, 2009
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Neolítico

A maior ou menor riqueza das aldeias dependeu sempre da fertilidade do solo, da secagem dos pântanos ou dos depósitos deixados na terra por ocasião das enchentes. A necessidade de as populações repararem os danos das cheias e de criarem redes de represas, canais e obras de irrigação levou-as a unirem-se e a organizarem-se.
Ora, a antiga aldeia não tinha possibilidade de responder a essas exigências. Só a cidade pôde mobilizar-se e centralizar a força de trabalho capaz de levar a cabo a defesa e organização dos grupos populacionais. A cidade, criada a partir do desenvolvimento da cidadela (recinto fortificado) da aldeia, passou a contar com um novo corpo de habitantes: funcionários administrativos, artesãos e mercadores. A cidade distingue se definitivamente da aldeia quando cria a escrita, o cálculo e o sistema de pesos e medidas. "
Lewis Munford. "A Cidade na História" (adaptado)
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Sexta-feira, Outubro 09, 2009
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Aldeamento,
Neolítico,
Revolução Urbana
Síntese Esquemática
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Sexta-feira, Outubro 09, 2009
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Paleolítico
Aldeia Neolítica
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Sexta-feira, Outubro 09, 2009
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Aldeamento,
Neolítico
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Revolução Neolítica
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Neolítico
As Sociedades Produtoras
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Sexta-feira, Outubro 09, 2009
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Neolítico
Domingo
Quinta-feira
O Feudalismo e as Relações de Dependência pessoal
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Quinta-feira, Abril 16, 2009
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Suserano,
Vassalo
Quarta-feira
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Quarta-feira, Abril 15, 2009
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Sociedade Feudal
Terça-feira
Pirâmide Feudal
A partir da imagem:
- que significado atribuis às palavras "sociedade", "diferenciação social" e "hierarquia"?
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Sociedade Feudal
Conceitos

Domínio senhorial - Propriedade fundiária pertencente a um senhor nobre ou eclesiástico, também chamada de senhorio; constituía a principal fonte do seu poder e dos seus rendimentos. Dividia-se em duas áreas; a reserva e os mansos (ou casais, em Portugal).
Reserva - Parte do domínio senhorial directamente explorada pelo senhor; constituíam-na as terras mais férteis. Nele estavam instalados: a igreja, o celeiro, o lagar, o moinho, o forno e o solar do senhor.
Mansos - Parcelas em que estava dividido o senhorio; eram cultivados por camponeses em troca do pagamento de tributos e da prestação de serviços ao senhor.
Servo - Camponês não livre que trabalhava a terra do seu senhor.
Feudo - Bem concedido em troca de serviços. A partir do século XI, passou a designar uma propriedade fundiária concedida, a título hereditário, pelo Rei ou um grande senhor, a um vassalo.
Vassalo - Nobre que se colocava na dependência do soberano ou de um senhor mais poderoso (suserano) em troca de protecção e da concessão de um beneficio.
Reserva - Parte do domínio senhorial directamente explorada pelo senhor; constituíam-na as terras mais férteis. Nele estavam instalados: a igreja, o celeiro, o lagar, o moinho, o forno e o solar do senhor.
Mansos - Parcelas em que estava dividido o senhorio; eram cultivados por camponeses em troca do pagamento de tributos e da prestação de serviços ao senhor.
Servo - Camponês não livre que trabalhava a terra do seu senhor.
Feudo - Bem concedido em troca de serviços. A partir do século XI, passou a designar uma propriedade fundiária concedida, a título hereditário, pelo Rei ou um grande senhor, a um vassalo.
Vassalo - Nobre que se colocava na dependência do soberano ou de um senhor mais poderoso (suserano) em troca de protecção e da concessão de um beneficio.
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Sociedade Feudal
Segunda-feira
Sociedade Feudal
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Segunda-feira, Abril 13, 2009
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Feudalismo,
Sociedade Feudal
Domingo
Domínios Senhoriais
"Très Riches Heures," livro profusamente ilustrado pelos irmãos Limbourg para Jean, Duc de Berry, Séc XV O domínio senhorial não era apenas uma vasta extensão de terras pertencente a um senhor nobre poderoso. Era um mundo fechado e que procurava ser auto-suficiente produzindo o que era necessário ao senhor e à restante população que o habitava. Mais do que uma extensa propriedade, o domínio ou senhorio era um agrupamento de homens ligados por direitos e por deveres: o senhor dava protecção aos camponeses que lhe deviam obediência, trabalho e impostos.
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Economia de Subsistência,
Feudalismo,
Senhorio
A vida dos camponeses
O vilão trabalha muito e sofre, semeia o centeio, grada a aveia, ceifa o prado, tosquia a lã, faz as cercas, levanta paliçadas, cumpre as corveias, sofre as pilhagens senhoriais e paga muitos impostos. (...) Se tem um bom pato ou uma galinha gorda, ou bolo, ou farinha branca, destina-a aos seus senhores. E se tem vinho da sua vinha, o seu senhor (...) fica com ele (...), nunca prova um bom bocado de ave nem de caça.
Livro dos Costumes, séc. XII
O camponês vive como um porco. Não gosta de uma vida graciosa e a riqueza sobe-lhe à cabeça quando se eleva a uma posição de prosperidade.
Portanto, o melhor é manter-lhe a manjedoura vazia, consumir os seus bens e fazê-lo sofrer o vento e a chuva.
Bertran de Bom (trovador do séc. XII)
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Idade Média,
Ruralização
Os Domínios Senhoriais
O Senhorio ou Domínio Senhorial era uma vasta propriedade, constituída pela Reserva e os Mansos ou Casais de que o senhor era o proprietário. Nela, o senhor, estabelecia a lei, exercia a justiça e cobrava aos camponeses rendas, impostos e serviços (corveias).
Os camponeses podiam ser livres ou não e neste caso chamavam-se servos ou malados. Os servos trabalhavam nas terras directamente exploradas pelo senhor ( a Reserva) e não podiam mudar-se ou abandoná-las.Para serem livres tinham de comprar a sua liberdade ao senhor ou, então, fugir, normalmente para a cidade. Se fossem apanhados eram severamente castigados.
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Senhorio
Terça-feira
Indicadores de Aprendizagem
( Série de TV)
Para te preparares bem para a ficha de avaliação, podes resolver estas questões no teu caderno. Usa o manual, o caderno da disciplina, o caderno de actividades, a internet... faz como entenderes. Mas faz.
Qual o povo que fundou Roma?
Fora da Península Itálica, no Mediterrâneo ocidental, qual a cidade que mais ameaçava o poder de Roma?
Por que razão os romanos chamavam ao Mediterrâneo Mare Nostrum?
Descreve as etapas que estiveram na base da edificação do Império Romano. (vê o mapa da pág 89).
Distingue o significado duplo do termo “Império”.
Quantos séculos durou o imperialismo romano?
Quais os motivos que levaram à expansão territorial romana?
Como foi possível aos romanos dominarem durante tantos séculos povos de culturas tão diferentes?
Descreve quais os factores que facilitaram a integração dos povos da Península Ibérica no Império Romano. (Pág 90 ) Resposta longa
Por que se diz que a economia romana era urbana, comercial e monetária?
Para além da agricultura, que outras actividades económicas se desenvolveram no Império Romano?
Diz o que foi a romanização e dá exemplos em Portugal.
Quais os grandes grupos da sociedade romana?
Quantos estratos sociais existiam?
Qual o grupo mais poderoso do estrato superior?
Qual o estrato mais baixo da sociedade romana?
Como era a vida desse estrato?
Quais os três tipos de regime político experimentados na história romana?
Descreve as características e momentos essenciais da república e do Império [Resposta longa] (pág100)
Quem foi o primeiro imperador romano?
Quais os poderes do imperador?
Indica os principais órgãos políticos de Roma? (pag 100)
O que é o Direito?
Qual a cultura mais apreciada e que mais influenciou os romanos?
Na arquitectura romana, quais as principais inovações?
Descreve as características da escultura, pintura e artes decorativas romanas.
Qual a civilização que mais influenciou a literatura romana?
Qual a língua escrita dos romanos?
Que outra língua utilizavam os mais eruditos?
Quais os principais escritores romanos?
Qual o principal historiador romano?
No domínio da religião, como reagiram os romanos quanto à influência de outros povos?
Qual o povo que mais influenciou a religiosidade romana?
Quais os principais deuses romanos?
Indica os nomes romanos de alguns deuses gregos.
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Roma
Domingo
Panis et circensis
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Roma
Júlio César

Nascido no seio de uma família de patrícios romanos, no ano 100 a. c., assumiu o poder - juntamente com Crasso e Pompeu no ano 60 a. C.
Eleito cônsul, em 59 a. c., dedicou-se à organização do exército romano na Gália Cisalpina (Norte da Itália). Após lutas ardorosas com os gauleses, conquistou a Gália Transalpina (França) e passou o rio Reno para intimidar os Germanos.
Afamado pelas suas vitórias militares, regressou a Roma e assumiu o poder (45 a. c.), pondo termo ao governo ineficaz do Senado. Reformulou o calendário, tendo introduzido o mês de julho, inspirado no seu nome.
No ano seguinte,em 44 A.C., nos idos de Março (dia 15) morreu apunhalado por um grupo de 60 conjurados republicanos, receosos da queda do regime e da instauração de um governo absoluto. Entre eles contavam-se os seus antigos protegidos Brutus e Cassius. César caíu aos pés de uma estátua de Pompeu e as suas últimas palavras são descritas em várias versões:
Kai su, teknon? (Grego, tu também, meu filho?)
Tu quoque, Brute, filii mei! (Latim, Tu também, Bruto, meu filho!)
Et tu, Brute? (Latim, Tu também, Bruto?, versão imortalizada na peça de Shakespeare, "Julius Caesar"
Eleito cônsul, em 59 a. c., dedicou-se à organização do exército romano na Gália Cisalpina (Norte da Itália). Após lutas ardorosas com os gauleses, conquistou a Gália Transalpina (França) e passou o rio Reno para intimidar os Germanos.
Afamado pelas suas vitórias militares, regressou a Roma e assumiu o poder (45 a. c.), pondo termo ao governo ineficaz do Senado. Reformulou o calendário, tendo introduzido o mês de julho, inspirado no seu nome.
No ano seguinte,em 44 A.C., nos idos de Março (dia 15) morreu apunhalado por um grupo de 60 conjurados republicanos, receosos da queda do regime e da instauração de um governo absoluto. Entre eles contavam-se os seus antigos protegidos Brutus e Cassius. César caíu aos pés de uma estátua de Pompeu e as suas últimas palavras são descritas em várias versões:
Kai su, teknon? (Grego, tu também, meu filho?)
Tu quoque, Brute, filii mei! (Latim, Tu também, Bruto, meu filho!)
Et tu, Brute? (Latim, Tu também, Bruto?, versão imortalizada na peça de Shakespeare, "Julius Caesar"
Segundo Suetónio, em "A Vida dos Doze Césares", César, ao ser golpeado, não pronunciou frase alguma.De qualquer forma a frase ficou como espelho da traição dos amigos.
A lenda reporta um aviso feito por Calpurnia Pisonis, a mulher de César, depois de ter sonhado com um presságio terrível, mas César ignorou-a dizendo "Só se deve temer o próprio medo."
A lenda reporta um aviso feito por Calpurnia Pisonis, a mulher de César, depois de ter sonhado com um presságio terrível, mas César ignorou-a dizendo "Só se deve temer o próprio medo."
Depois da morte de César, rebentou uma luta pelo poder entre o seu sobrinho-neto Octávio , adoptado no testamento, e Marco António, que haveria de resultar na queda da República e na fundação doImpério Romano no ano de 27 A.C.
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Roma
Sexta-feira
O Exército Romano




O exército romano, nos dias áureos do Império, era uma máquina de guerra devastadora e tremendamente bem sucedida. A unidade principal era a legião, com cerca de 6000 homens, quase todos tropa de infantaria. Podia incluir 100 a 200 homens a cavalo, utilizados como batedores, porta-estandartes e enviados em perseguição de inimigos em fuga. O legionário tinha de ser cidadão romano, e os recrutas tinham de submeter-se a um rigoroso programa de selecção antes de serem aceites nas fileiras. Deviam medir pelo menos 1,70 m e ser aprovados num exame médico para garantir que se encontravam em boa condição física e tinham boa visão. Depois, alistavam-se por 20 anos.
O equipamento foi evoluindo ao longo dos anos, mas no século I d. C, um legionário usava um elmo de ferro, uma armadura peitoral ou aduelas de ferro, um escudo de madeira, dois grandes dardos, um punhal, uma espada curta, o chamado gládio, e sandálias robustas de couro.
Para além da armadura e das armas, os soldados levavam ainda um cesto, uma picareta, um machado, uma serra, uma panela, duas estacas para a paliçada de defesa do acampamento e cereal suficiente para uns 15 dias, num total de 40 kg.
Também, nos cercos, os Romanos eram impressionantes. Para derrubarem as portas das cidades, unidades de 27 legionários agrupavam-se em testudo, ou formações "em tartaruga", juntando-se uns aos outros com os escudos sobre as cabeças, o que constituía uma "carapaça" que os protegia dos projécteis inimigos. Também na guerra de cerco usavam torres móveis, rampas, escadas e catapultas gigantes, as ballistae, para lançar sobre o inimigo pedras e setas em chamas.
As vitórias eram celebradas com toda a pompa. Em Roma, era costume realizarem-se "triunfos", ou seja, celebrações públicas para dar as boas-vindas aos comandantes e tropas vitoriosas, com brilhantes cortejos de carros alegóricos, porta-estandartes, trombetas, exibição de prisioneiros e execuções rituais dos chefes inimigos num local perto do fórum. Os insucessos eram mal vistos: uma unidade considerada desobediente ou cobarde em batalha era sujeita à "dizimação" - escolhia-se à sorte um soldado em cada 10, que era selvaticamente morto à paulada pelos seus anteriores camaradas.
O equipamento foi evoluindo ao longo dos anos, mas no século I d. C, um legionário usava um elmo de ferro, uma armadura peitoral ou aduelas de ferro, um escudo de madeira, dois grandes dardos, um punhal, uma espada curta, o chamado gládio, e sandálias robustas de couro.
Para além da armadura e das armas, os soldados levavam ainda um cesto, uma picareta, um machado, uma serra, uma panela, duas estacas para a paliçada de defesa do acampamento e cereal suficiente para uns 15 dias, num total de 40 kg.
Também, nos cercos, os Romanos eram impressionantes. Para derrubarem as portas das cidades, unidades de 27 legionários agrupavam-se em testudo, ou formações "em tartaruga", juntando-se uns aos outros com os escudos sobre as cabeças, o que constituía uma "carapaça" que os protegia dos projécteis inimigos. Também na guerra de cerco usavam torres móveis, rampas, escadas e catapultas gigantes, as ballistae, para lançar sobre o inimigo pedras e setas em chamas.
As vitórias eram celebradas com toda a pompa. Em Roma, era costume realizarem-se "triunfos", ou seja, celebrações públicas para dar as boas-vindas aos comandantes e tropas vitoriosas, com brilhantes cortejos de carros alegóricos, porta-estandartes, trombetas, exibição de prisioneiros e execuções rituais dos chefes inimigos num local perto do fórum. Os insucessos eram mal vistos: uma unidade considerada desobediente ou cobarde em batalha era sujeita à "dizimação" - escolhia-se à sorte um soldado em cada 10, que era selvaticamente morto à paulada pelos seus anteriores camaradas.
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Roma
Domingo
O Império


Roma teve distintas formas de governo ao longo da sua história. Começou por ser uma Monarquia, depois uma República (época de expansão militar e económica) e, por fim,o regime imperial que se impõs durante cinco séculos.
Que poderes concentrava o imperador? Que diferenças havia entre as formas de governo da República e do Império?
Que poderes concentrava o imperador? Que diferenças havia entre as formas de governo da República e do Império?
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Roma
Os Patrícios

Os patrícios, cidadãos de Roma, constituíam a aristocracia romana, a elite. Desempenhavam altas funções públicas, no exército, na religião, na justiça ou na administração. Eram grandes proprietários de terra e credores dos plebeus, os quais, por isso, viviam sob a constante ameaça de se tornarem escravos. Os patrícios, descendentes das famílias mais antigas da cidade, eram donos das maiores e melhores terras e os únicos a possuir direitos políticos.
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Roma
A Civilização Romana
Para melhor dominar e organizar o seu vasto império, os Romanos implantaram nos territórios conquistados os seus costumes, modos de vida e cultura.Como se deu a integração dos povos vencidos no Império? Que papel teve o latim e o direito romano nesse processo?
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Segunda-feira
Boas Férias!
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Sexta-feira
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Magriço
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Sexta-feira, Novembro 28, 2008
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Música
Quinta-feira
Escrita Alfabética

Os Fenícios, tal como outros povos que viviam do comércio, necessitavam, para as suas inúmeras transacções, de uma escrita simples e acessível. Em Biblos, inventou-se um alfabeto de 22 letras ou sinais (só consoantes), desenhados com uma grafia original. Surgiu, assim, uma nova escrita de tipo fonético, em que cada sinal não representava já uma ideia ou um objecto como na escrita hieroglífica do Egipto, mas um som. Posteriormente, os Gregos transformaram algumas das consoantes fenícias em vogais. Acrescentaram novos caracteres e escreveram da esquerda para a direita (a escrita fenícia fazia-se dadireita para a esquerda). Formaram, assim, um alfabeto mais completo, que os Romanos, por sua vez, adaptaram e que nós ainda hoje utilizamos.
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Quinta-feira, Novembro 27, 2008
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Sábado
Quinta-feira
A Invenção da Escrita
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Quinta-feira, Outubro 30, 2008
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Antiga Suméria

A partir de inícios do 4º milénio, vários progressos técnicos e inovações vieram melhorar a vida das sociedades agrícolas:
. a descoberta da metalurgia (do cobre e do bronze) - permitiu aumentar a produção;
. a invenção da escrita (de início constituída por sinais-desenhos e depois por símbolos a designar palavras e ideias) permitiu fazer registos da vida das comunidades, como compras e vendas, empréstimos e impostos;
. a invenção do cálculo - serviu para determinar a área dos campos e traçar plantas de templos e palácios;
. a descoberta da metalurgia (do cobre e do bronze) - permitiu aumentar a produção;
. a invenção da escrita (de início constituída por sinais-desenhos e depois por símbolos a designar palavras e ideias) permitiu fazer registos da vida das comunidades, como compras e vendas, empréstimos e impostos;
. a invenção do cálculo - serviu para determinar a área dos campos e traçar plantas de templos e palácios;
. a criação de sistemas de pesos e medidas (baseados de início em cereais e depois em peças metálicas) serviram de apoio às trocas comerciais.
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Quinta-feira, Outubro 30, 2008
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Antiga Suméria
Da aldeia à cidade
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Quinta-feira, Outubro 30, 2008
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Neolítico,
Revolução Urbana
Quarta-feira
As cidades mais antigas do mundo
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Quarta-feira, Outubro 15, 2008
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Neolítico,
Revolução Urbana
As Primeiras Cidades

A maior ou menor riqueza das aldeias dependeu sempre da fertilidade do solo, da secagem dos pântanos ou dos depósitos deixados na terra por ocasião das enchentes. A necessidade de as populações orientarem o curso das cheias, repararem os danos que elas pudessem provocar e de criarem redes de represas, canais e obras de irrigação levou-as a unirem-se e a organizarem-se. Ora, a antiga aldeia não tinha possibilidade de responder a essas exigências. Só a cidade pôde mobilizar-se, centralizar e orientar a força de trabalho capaz de levar a cabo a organização dos grupos populacionais e a sua defesa . A cidade, criada a partir do desenvolvimento da aldeia, passou a contar com um novo corpo de habitantes: funcionários administrativos, artesãos e mercadores. A cidade distingue-se definitivamente da aldeia quando cria a escrita, o cálculo e o sistema de pesos e medidas.
Lewis Munford. "A Cidade na História" (adaptado)
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Quarta-feira, Outubro 15, 2008
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Neolítico,
Revolução Urbana
As Primeiras Civilizações
O que é uma Civilização?
Por Civilização podemos entender um conjunto de formas de vida, de costumes, de crenças, de instituições e de realizações técnicas e culturais que são comuns a uma determinada sociedade humana e a caracterizam. Assim, falamos da civilização chinesa, da civilização egípcia, da civilização suméria....
No imagem, podes ver a localização das cidades mais antigas que o homem já construiu e que foram centros muito importantes das civilizações que fundaram e ajudaram a desenvolver.
No imagem, podes ver a localização das cidades mais antigas que o homem já construiu e que foram centros muito importantes das civilizações que fundaram e ajudaram a desenvolver.
saber+
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Quarta-feira, Outubro 15, 2008
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Terça-feira
Os prodigiosos Sumérios
A palavra mesopotâmia tem origem grega e significa " terra entre rios". Essa região localiza-se entre os rios Tigre e Eufrates no Médio Oriente, onde actualmente é o Iraque. Foi aí que se desenvolveu a primeira grande civilização da humanidade.Eram excelentes, arquitectos, construtores, matemáticos, astrónomos... inventaram a escrita e o cálculo.Em cima podes ver elementos de decoração suméria numa placa de argila com cerca de 8.000 anos. Podem parecer-nos uma estrela e pequenos circulos dispersos ao acaso.

Mas podem ser também, compara, a primeira representação conhecida do nosso sistema solar. Por aqui podes ver o extraordinário conhecimento que os sumérios desenvolveram. Na Europa, só há mais ou menos 500 anos é que descobrimos que a terra andava à volta do sol.
Só um povo muito avançado teria conseguido inventar um sistema de escrita e de cálculo, não concordas?
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Terça-feira, Outubro 14, 2008
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Antiga Suméria
Sábado
Domingo
Uma Civilização Avançada

Os egípcios possuíam apreciáveis conhecimentos de astronomia e de matemática. O seu desenvolvimento resultou, em grande parte, das necessidades de prever a época das cheias do Nilo, traçar os planos de construção dos templos e túmulos, calcular os rendimentos dos campos e os respectivos impostos.

A matemática, em particular, foi largamente desenvolvida. Os egípcios sabiam realizar operações de soma e de subtracção, extrair a raiz quadrada, calcular a área do círculo, do trapézio e o volume da esfera. Usavam apenas sete sinais para os números. Não tinham o zero nem a multiplicação ou a divisão. Para multiplicar, escreviam o número tantas vezes quantas precisavam e, depois, somavam.

No domínio da astronomia, dividiram o ano em 365 dias, e estes por três estações - a da cheia, a da sementeira e a da colheita. Por outro lado, sabiam prever eclipses da lua e do sol.
Calendário egípcio Os deuses, coroados com discos vermelhos simbolizam dias ou meses específicos enquanto os discos maiores, simbolizam dias festivos ,divididos em horas, dos doze meses do ano. Cada mês dividia-se em 30 dias e, no final do ano, eram acrescentados cinco dias para fazer a concordância com o ritmo das estações.
A medicina atingiu, também, um significativo nível de desenvolvimento. Devido à prática da mumificação de cadáveres, os egípcios tinham grandes conhecimentos da anatomia do corpo humano e sabiam fazer operações cirúrgicas.
Sekhmet (aquela que tem o poder), a deusa com corpo de mulher e cabeça de leoa era a protectora da saúde e da cura , talvez a primeira patrona dos médicos modernos.
Sekhmet
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Egipto
Terça-feira
O Forum Romano




Se Atenas criou a Ágora, Roma criou o Fórum.
O fórum de Roma situava-se no local de um antigo pântano, entre as colinas do Palatino e do Capitólio. Ao longo da República e, depois, do Império, foi o principal centro político da cidade, onde se situavam alguns dos mais importantes edifícios, como os templos de César e Vesta, a Basílica Juliana - importante espaço urbano, onde ocorriam as reuniões públicas e se fazia a administração da justiça - e o palácio do imperador. No centro do fórum ficava a casa do Senado e a tribuna de onde os políticos se dirigiam ao povo. Pelo fórum de Roma passava a Via Sacra, que ia até à Colina do Capitólio (onde ficava o grande templo de Júpiter).
Esta grande praça pública era, também, um centro de negócios, onde cambistas, comerciantes e outros negociantes vendiam e regateavam com os fregueses.
Nas proximidades do fórum ficava (fica) o Coliseu e o Circo Máximo, locais de grandes espectáculos públicos.
Esta grande praça pública era, também, um centro de negócios, onde cambistas, comerciantes e outros negociantes vendiam e regateavam com os fregueses.
Nas proximidades do fórum ficava (fica) o Coliseu e o Circo Máximo, locais de grandes espectáculos públicos.
O Rapto das Sabinas
J.L.David (1748-1825)Após a fundação da cidade em 753 a.C., Rómulo preocupou-se em povoá-la. Como os recursos locais eram insuficientes, criou no Capitólio um refúgio para todos os banidos, exilados, devedores insolentes, assassinos e escravos fugidos da redondeza.
Diz a lenda que, dado que a população da primitiva cidade era constituída só por homens, Rómulo organizou um festival a Neptuno e convidou os sabinos, povo vizinho, com suas filhas e mulheres. No auge das festividades, os romanos raptaram as sabinas solteiras e viúvas, levando-as para Roma.
Diz a lenda que, dado que a população da primitiva cidade era constituída só por homens, Rómulo organizou um festival a Neptuno e convidou os sabinos, povo vizinho, com suas filhas e mulheres. No auge das festividades, os romanos raptaram as sabinas solteiras e viúvas, levando-as para Roma.
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