
A cidade, local de trocas e centro do poder político e religioso determinou a formação de novas classes sociais. Dentro do recinto urbano, dominavam dois poderosos grupos sociais: os sacerdotes, indispensáveis à obtenção de favores dos deuses para a comunidade; os altos funcionários do Estado, encarregados de pôr em execução as ordens do monarca. Ao seu serviço estava a maioria da população - os camponeses e os artífices e os escravos.
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